30
Set

Robinson abre mais de 10 pontos de vantagem


Da Gazeta do Oeste

Na estimulada, Robinson aparece com 33,25% contra 22,83% de Henrique. No dia 14, ele tinha 27%, uma semana depois, no dia 23, aparecia com 30% e agora 33%. Pesquisa foi realizada em Mossoró.
Foto - Editoria De Arte/Maxwell Ferreira

Foto – Editoria De Arte/Maxwell Ferreira

O candidato a governador Robinson Faria (PSD) abre 10 pontos de vantagem sobre o seu principal concorrente, Henrique Eduardo Alves (PMDB), em Mossoró, de acordo com a terceira pesquisa Certus, realizada em parceria com o jornal GAZETA DO OESTE. Na estimulada, Robinson aparece com 33,25% contra 22,83% de Henrique.

Os números mostram que Robinson manteve a tendência de crescimento, enquanto Henrique vem caindo a cada semana. Desde o dia 14, quando foi publicada a primeira pesquisa, o líder do PSD já cresceu mais de 6 pontos, uma média de 3% em cada levantamento. No dia 14, ele tinha 27%, uma semana depois, no dia 23, aparecia com 30% e agora 33%.

Na primeira sondagem Certus/GAZETA DO OESTE, Henrique Alves aparecia na liderança com 29%, caiu para 27% na semana seguinte e agora tem 22%. Uma oscilação negativa de 7%, desde o dia 14 de setembro entre os eleitores de Mossoró.

Nesta terceira pesquisa Certus, o candidato Robério Paulino (PSOL) aparece com 1,74% das intenções de voto e Simone Dutra (PSTU) 1,24%. Os demais candidatos não atingiram 1% do interesse do eleitorado mossoroense. Nenhum, brancos e nulos somaram 31,76% e 8,68% não responderam.

A pesquisa Certus, encomendada pelo jornal GAZETA DO OESTE, ouviu 403 pessoas acima de 16 anos entre os dias 27 e 28 de setembro de 2014. A margem de erros é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%.

A pesquisa foi protocolada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN) com o número 00037/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número00902/2104.

Espontânea

Na espontânea, Robinson mantém a mesma vantagem sobre Henrique. De acordo com os números, o vice-governador tem 26,30% das intenções de votos contra 16,63% do presidente da Câmara Federal. Neste quesito, apenas Robério Paulino pontuou alcançando 1,24% do interesse dos eleitores da segunda maior cidade do Rio Grande do Norte.
 
Rejeição

A rejeição de Henrique voltou a crescer nesta pesquisa. 27,54% dos eleitores de Mossoró dizem não votar no candidato de jeito nenhum. No dia 14, 23,62% dos entrevistados não votariam no deputado federal, no dia 23 esse número caiu para 22,84% e agora subiu 4,7%.

Na primeira pesquisa, Robinson Faria tinha 13,07% de rejeição, caiu para 6,85% e agora subiu para 7,69%. Nesta última pesquisa, o candidato Araken Farias (PSL) tem 2,48% de rejeição, seguido de Robério Paulino (PSOL), 1,74%; e Simone Dutra (PSTU), 1,74%.

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Postado às 10:56 horas

29
Set

Considere-se


Que o candidato Henrique Alves detém, de acordo com  a pesquisa IBOPE divulgada hoje, um recorde no quesito rejeição: é rejeitado por 37% dos eleitores...isso na reta final da campanha e em uma situação que indica a realização de um Segundo Turno. Pra quem era considerado imbatível...

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Postado às 21:27 horas

29
Set

Apenas 1 ponto


Separa o eleitorado do Rio Grande do Norte de um Segundo Turno, nas eleições governamentais. Não vamos fazer uma salada de números e, muito menos, de análises. Henrique está com 38 pontos, Robinson com 31. Os chamados candidatos "nanicos" somam 6 pontos ,portanto, ficam 37 pontos contra Henrique, computando-se no geral. Se Henrique perder um ponto, significa que Robinson "ganha" dois e ocorrerá o Segundo Turno. Se os "nanicos" crescerem o mesmo ocorre,  e se Robinson crescer sozinho leva a parada já no Primeiro Turno. Daí, o "38 a 37" ser mais fachada que garantia de vitória de Henrique. Na minha opinião, e levando em conta o crescimento de Robinson na terrinha, Mossoró vai decidir essa parada. Aguardemos, tá bem pertinho....Obs: números citados tem por base a última pesquisa IBOPE divulgada hoje a noite

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Postado às 21:03 horas

29
Set

Paradoxalmente


Impressionante, o que se vê e ouve em todas as chamadas "rodas políticas". Junta-se um grupo de 10, 12, 15 pessoas e todas dizem que não há como Henrique perder, aí voce pergunta quem vai votar nele, um ou dois, no máximo, pode? Como já disse aqui, vai ser eleito pelo voto dos alienígenas, só pode, né não? Resta só saber se esses eleitores fizeram a tal da Biometria, né não.? Arre lá.

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Postado às 17:10 horas

29
Set

No óleo quente


Do frigir dos ovos, o surgimento da tão decantada "terceira força" política em Mossoró, antes bipolarizada em grupos da família Rosado, tomou corpo na eleição do prefeito Silveira Junior, espraia-se e ganha robustez. Não lembro de nenhum outro político, a exceção de Aluzio Alves, a "ousadia" desse feito. Independentemente - mas importantíssimo- do resultado das urnas, o DNA da "terceira força, é o de Silveira Junior, a quem resta dois anos e meses de mandato a frente do Executivo, e tempo suficiente para implementar, fixar na moldura, essa nova realidade por ele implantada. Mossoró, como "todo mundo queria"(desde menino que ouço isso) já não será mais monopolizada politicamente por grupos " que se dividem para somar", formando um clube  acessível  a um único sobrenome. E, aqui pra nós, não era o que "todo mundo" queria?

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Postado às 16:25 horas

29
Set

Na "Bolsa de Apostas"


Do Café Bagdá- onde não se aposta porra nenhuma, só lero...-a mais concorrida, entre as candidaturas majoritárias, é a do empate, ou seja, a de que a situação não está definida. Ninguém se arrisca a "apostar" numa vitória em Primeiro Turno. Fragmentando as "apostas", a vitória de Robinson em Mossoró, não encontra páreo, (arrisca-se no quantitativo da maioria...) assim como a eleição de Fátima Bezerra ao Senado, tida como certa,já agora, em 5 de outubro. 

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Postado às 15:53 horas

29
Set

Não entendo


O porque da irritação do deputado Henrique Alves e de seus assessores, quando é lembrado que ele está no Congresso Nacional, há 44 anos...

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Postado às 15:46 horas

27
Set

HIPOCRISIA MIDIÁTICA


Paulo Afonso Linhares

O mais genial e ácido dos jornalistas norte-americanos, H. L. Mencken, em trecho de artigo escrito há mais de oitenta anos e posteriormente publicado no seu intrigante “O Livro dos Insultos”, afirma que “todo o jornalismo sadio nos Estados Unidos (sadio no sentido de que floresce espontaneamente, sem precisar de auxílio externo) baseia-se firmemente em inventar e destruir papões. Assim como a política. E assim como a religião. O que reside sobre esta impostura fundamental é uma artificialidade, um brinquedo de homens com mais esperanças do que bom senso. O jornalismo inteligente e honesto, assim como a política inteligente e honesta, e até mesmo a religião inteligente e honesta — são coisas que não têm lugar numa sociedade democrática.” Sem tirar nem pôr uma vírgula que seja desta dura, mas, realista, assertiva, é inegável sua atualidade no Brasil atual, sobretudo, diante de uma falsa ética e fingida neutralidade política dos veículos de comunicação de modalidades diversas, fazendo cada um deles “dez vezes mais sinuoso, hipócrita, velhaco, enganador, farisaico, tartufista, fraudulento, safado, escorregadio, inescrupuloso, pérfido, indigno e desonesto”, para usar palavras do mesmo Mencken na obra citada.

Essas péssimas qualidades do jornalismo brasileiro se evidenciam mais nas temporadas em que ocorrem eleições, porquanto os grandes veículos de comunicação, sejam os tradicionais jornalões do sudeste brasileiro, sejam as redes de televisão, suposta e fingidamente vestidos com mantos de neutralidade jornalística, na busca devotada “à verdade, a toda a verdade e nada mais que a verdade,” tomando emprestado outra frase de Mencken. Tudo hipocrisia com auxílio da própria legislação que rege a propaganda eleitoral no Brasil, que cria um artificioso ambiente igualitário para candidatos e partidos que participam das campanhas eleitorais.

Embora a neutralidade (verdadeira) dos veículos de comunicação seja preferível, ao menos neste aspecto a imprensa norte-americana está vários passos adiante da nossa: já se tornou um costume a adesão pública de grandes conglomerados midiáticos às candidaturas em jogo nas eleições presidenciais, posturas essas orientadas pela postura ideológica de cada veículo, i.e., um jornal  marcadamente republicano acosta-se em regras ao candidato do Partido Republicana, e o democrata idem, contudo, sem perder a postura crítica, profissional e imparcial essenciais à prática do bom jornalismo. Assim, a circunstância de assumir um das candidaturas presidenciais não será impeditivo às publicações de fatos, opiniões ou pesquisas de opinião desfavoráveis à candidatura presidencial assumida pelo veículo de comunicação.

Em estágio bem inferior estão as empresas midiáticas brasileiras, dos pequenos jornalecos e emissoras de rádio e televisão implantados nos grotões deste país continental às poderosas estruturas empresariais de comunicação do eixo Rio-São Paulo, que se encastelam em rigorosa (e não menos falsa!) neutralidade política, embora demonstrem na prática enorme facciosidade e práticas jornalísticas deploráveis, como a de formular graves acusações a personalidades da política, do mundo empresarial e artístico sem qualquer elemento probatório minimamente confiável. É nesse diapasão que segue a Veja, revista semanal da Editora Abril, os jornais Folha e o Estado de São Paulo, o jornal "O Globo", além das diversas networks televisivas, em especial a Rede Globo de Televisão.

Claro, embora encham as burras com dinheiro da propaganda de órgãos públicos federais e empresas controladas (Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal etc), sistematicamente esculhabam com o "governo do PT", raivosamente e sem trégua possível. Agem, aliás, como se formassem uma agremiação política - profundamente atrasada e conservadora ao extremo - cujos filiados seriam veículos de comunicação e não apenas pessoas, cujos objetivos seriam defender seus interesses corporativos e a hegemonia da mesma elite política que há pouco mais de quinhentos anos desembarcou das caravelas portuguesas no lugar chamado de Porto Seguro, na Bahia, e que, desde então se mantém no controle do Estado, da sociedade e das riquezas da nação com imposição de um silencioso apartheid social que mantém mais de sessenta por cento da população brasileira abaixo da linha de pobreza.

Emblemática tem sido a (facciosa) postura da Rede Globo de Televisão que, diante da inerme candidatura de Aécio Neves, resolveu apostar todas as suas fichas em Marina Silva, a Batiguel do Seringal, para impedir a reeleição de Dilma Rousseff. Exemplo disto foram as entrevistas feitas com estes "principais candidatos", no programa Bom Dia Brasil: após expor ritual de suposta imparcialidade, sobretudo com a marcação de tempos iguais (30 minutos para cada candidato) e sorteio na ordem de apresentação, os entrevistadores (Chico Pinheiro, Ana Paula Araújo e Miriam Leitão) desceram a chibata em Dilma - que foi seguidamente interrompida e quase impedida de responder a avalanche de perguntas e questionamentos -, castigaram Aécio só um pouquinho, para disfarçar, e levantaram a bola vergonhosamente para Marina Silva. Uma lastimável demonstração  de parcialidade e mau jornalismo que em nada ajudam no aperfeiçoamento da democracia e das instituições políticas nacionais. Por essas matérias, jamais a velha Globo receberá mais um Emmy Internacional, o prêmio máximo da TV mundial. Esperamos.

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Postado às 12:24 horas

26
Set

O voto alienígena


Quando Rosalba começou sua vida pública enfrentando Laíre, eu trabalhava com ela, melhor, pra ela. Fiz até a letra de uma música ( Viva Todas as Rosas) que Raimundo Putin compôs... mas isso não vem ao caso. Bom, mas entre a entoação de uma estrofe e outra, o que eu mais ouvia era, " vou votar na Rosa, mas ela não ganha, não", ou que "Laíre não tem como perder essa..." Correndo no tempo, todos os dias me deparo com declarações semelhantes ou similares ( é tudo a mesma coisa? Sei não... já foi..) as pessoas dizem que Henrique não perde de jeito nenhum... mas (pasmem!) não votam nele.  Como é que pode? Domingo, estive num bar, aqui próximo, e 19 pessoas juraram, de pés firmes e olhos rútilos, que ele não perdia essa. Sabem quantas disseram que vão votar nele, em Henrique? Nenhuma delas... Todos os dias, em locais diversos, deparo-me com essa situação... Se essa moldura mossoroense, for a mesma em outros municípios - parece que é-  e ele ganhar a eleição, merece um Documentário no History, com Benção Papal, e nos intervalos da série Alienígenas...

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Postado às 18:39 horas

26
Set

Existem candidatos


Aos quais voce, mossoroense, pode perguntar o que ele já fez por Mossoró. Outros, não. Explico: há candidatos que somente agora, nos dias atuais, nessa campanha, estão ganhando "dimensões" estaduais. Obvio, que não me refiro aos da "terra"- nessa área estamos bem servidos, em todos os lados... uma exceçãozinha aqui, outra acolá ...-Bom, um deputado federal, por exemplo (o nome já diz é federal...) atua em todo o Brasil e, até aonde me consta, nós somos parte dessa Federação, né? Ah, a esse tipo voce pode perguntar, mesmo que ele venha aqui somente de 4 em 4 anos... a Seleção Brasileira ganhando, ou não, a Copa, voce DEVE perguntar .MAS, se quando do seu Batismo ele já era deputado federal... continuou deputado federal na sua Crisma, voce casou e o danado, deputado federal,...seus filhos nasceram e o bicho, deputado federal... voce se tornou avô e ele, deputado federal... aí, ADIANTA perguntar? 

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Postado às 18:02 horas

26
Set

Sem tirar a mão da massa


Já que comecei...Quando um candidato - seja ele quem for - precisa de "220"  partidos, "600" prefeitos, "milhões" de vereadores e "10 milhões" de puxa sacos, para se tornar COMPETITIVO, não me precisa dizer mais nada: não é bom. Tem alguma coisa de errado com ele. Com o saudoso Aluizio Alves, dava-se o contrário, era "tudo" contra ele, vinha, via e vencia...Rosalba Ciarlini, quando enfrentou Laíre, começou com 0, não sei quantos e Laíre com 73%. E Dix huit contra Luis Pinto, toda a estrutura da PMM, Rosalba, Carlos Augusto, uma danação de partidos, quase todos os vereadores, e o bom, saudoso, e respeitável ( sempre) "velho", não ganhou? Portanto, essas pesquisas ( a maioria),  essas formidáveis estruturas, se não tiverem a argamassa do povo, caem. Elementar... meu caro Mané.

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Postado às 17:14 horas

26
Set

De pesquisas e estruturas


Nos últimos pleitos, como as apurações demonstraram, não funcionaram. No âmbito da municipalidade, dado as pesquisas e as estruturas, a deputada Larissa Rosado, "não tinha como perder". Perdeu! Pelas mesmas "razões", não havia "jeito nem maneira" de Rosalba ganhar de Fernando Bezerra. Acertou na moleira dele. Não estou desclassificando todas as pesquisas. Longe de mim. Mas, é inegável, incontestável, que a grande maioria delas - principalmente as que apontam grande favoritismo- resultam em operas bufas. É mentira?

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Postado às 16:48 horas

26
Set

E haja pesquisa!


O "mercado" está cheio delas. Tem de todas, para todos. O cara mostra uma, apontando o candidato dele como vencedor, e recebe, na cara, três, quatro, cinco, seis, indicando o adversário como já vitorioso. Uma graça! Mas, não fica nisso. O que mostrou primeiro e foi replicado, abre o celular e, imediatamente, surge com número igual de pesquisas desmentindo as que lhe foram apresentadas. É, ou não é, um festival? Já temos candidatos "campeões" em pesquisas. Tem neguinho e neguinha que já fizeram historia nesse segmento. "Ganharam" todas as eleições nas pesquisas e perderam nas urnas...

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Postado às 16:27 horas

24
Set

No afã


Na ânsia, descontrolada para mostrar "serviço" aos seus novos aliados - registre-se que foram os seus algozes -, a prefeita cassada Cláudia Regina não mede esforços alucinatórios. Soube hoje que ela tem telefonado para fornecedores da PMM, anunciando seu retorno e procurando saber se "havia restos a pagar" pois, quando retornasse, pagaria todos. Os telefonemas, além de malucos, tardios. Havia, sim, "restos a pagar". Ela deixou uma conta de 42 milhões que já foram pagos pelo prefeito Silveira Junior. Meu Deus, faz chover rivotril... Santa Clara, minha amiga, acenda a luz! Voces já ouviram dos candidatos apoiados por ela, o responsável e íntegro, Getúlio Rego, ou mesmo o "turista" Felipe Maia, falar na volta dela? Menos mal, não contagia..

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Postado às 18:19 horas

24
Set

Casamento de


"Tomé com Bebé" em Mossoró, esta resultando na vitória de Robinson Faria, aqui na terrinha. Estou referindo-me, evidente, à "trairagem"  de Zé, com a rejeição de Henrique. No patamar da igreja, ou na calçada do cartório, o trabalho profícuo, real, do prefeito Silveira Junior, versus os delírios, as alucinações, de Cláudia Regina. Aí... bingo! 

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Postado às 18:06 horas

23
Set

Também pesa


Contra Henrique Alves, deixando de fora, dando um desconto, nas graves acusações contra ele formuladas, inserindo-o em grandes e vergonhosos escândalos nacionais, é o fato de ser profissional da e na política. Henrique Alves nunca exerceu uma única outra função na vida que não fosse ser político. Dizem que, nos finais de semana, ainda bate uma pelada...  com outros políticos. E que é bom de bola... sem duplo sentido algum, sem nenhum...

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Postado às 19:03 horas

23
Set

Eu briguei


Lutei, bati, apanhei, defendendo a estabilidade politico/administrativa de Mossoró. Posicionei-me as claras, de peito aberto, contra a cassação da então prefeita Cláudia Regina. Não lutei só, não briguei sozinho, estive ao lado e ao meu lado, pessoas valorosas, decentes, corajosas. Lutamos enquanto houve luta a lutar. Perdemos. Tristemente, lamentavelmente, infelizmente, perdemos. Não me arrependo do que fiz, mas não o faria novamente, por Cláudia Regina, com certeza, não! Suas ações, atitudes, posições, após a cassação, provaram que toda a nossa luta foi em vão. Ela não merecia os esforços dispendidos, as coações sofridas, a luta empenhada, pois Cláudia, hoje, trabalha pela volta da instabilidade politico /administrativa de Mossoró. E trabalha de forma sórdida, cretina, covarde, cínica e mentirosa. A prefeita cassada tem disparado telefonemas para autoridades civis, militares, (até para Secretários Municipais) anunciando seu retorno à Prefeitura para amanhã, quarta feira. Seu retorno teria sido "adiado" pois já havia sido anunciado, como certo, para terça da semana passada, depois para quinta da mesma semana e agora, para amanhã, quarta feira. Ridículo!!! Dei-me, de besta, ao trabalho de verificar a pauta do TSE. Amanhã, quarta, dia do "retorno" de Cláudia, nem Sessão Plenária tem e na quinta não consta o julgamento de seu processo. Como ela vai voltar, hein?É mentira, é tudo mentira. Cláudia é uma mentira, um blefe, um engodo, com sotaque do bom e querido Ceará. E, nessa estória toda, tem um grave agudizante, segundo consta, a prefeita cassada tem dito que tem a garantia do Presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves. Como pode?  O Presidente da Câmara, do  Poder Legislativo, assegurar o julgamento do Tribunal Superior Eleitoral, do Poder Judiciário... e a autonomia dos Poderes? Coincidência, ou não, após haver recebido o apoio, a adesão da ex prefeita, o candidato Henrique Alves, segundo consta em pesquisas, caiu 3 pontos percentuais em Mossoró. Exatamente, nos segmentos tidos como os mais politizados... dá pra pensar, num dá, não?  

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Postado às 18:22 horas

23
Set

Está se repetindo?


Com sua permissão, vou detalhar a pergunta. Em todas as campanhas majoritárias que disputou, o deputado e hoje Presidente da Câmara, Henrique Alves, montou "estruturas" gigantescas. Sempre com  uma "danação" de partidos, de prefeitos, de deputados, de vereadores, de lideranças... e perdeu todas. Não sei, mas acho que nesses emaranhados de apoiamentos, o deputado esquece de combinar o voto com o povo. Só pode. Perdeu todas que disputou e começa a perder a atual. De candidato "imbatível" para candidato empatado...  e caindo, perdendo terreno, digo, votos. Então, cabe como uma luva ( isso é antigo...) a pergunta, que deixo no ar: está se repetindo o que sempre aconteceu a Henrique em outras disputas majoritárias?

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Postado às 17:58 horas

23
Set

Sem firulas


Sofismas, e menos ainda "acrobacias" numéricas  ou verbais, a realidade, a verdade, é que Robinson Faria, apoiado - dentre outros - pelo prefeito Silveira Junior, está ganhando as eleições em Mossoró e não está apenas a frente do seu maior opositor, Henrique Alves, mas se distanciando a uma velocidade vertiginosa. A cada dia a diferença que os separa - com Robinson na frente - aumenta, em paralelo com a rejeição à Henrique Alves. Dessa forma, nesse caminhar, não seria nenhuma precipitação  prever-se ( como já o faz os especialistas de plantão - a vitória de Robinson, em Mossoró, por expressiva maioria. Esse o fato, essa a realidade. Nesse patamar, consolida-se a liderança do prefeito Silveira Junior, alçando-o à condição de um dos maiores eleitores do município, de vez que não somente Robinson está ganhando em Mossoró, como, de forma até mais ampla, a candidata ao Senado, preferida pelos mossoroenses, é a professora Fátima Bezerra. 

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Postado às 17:36 horas

21
Set

A DERROTA DO SEPARATISMO


Paulo Afonso Linhares

Bem está o que bem acaba ou tudo está bem quando termina bem (no original, All's Well That Ends Well). Essa obviedade resumida pelo mais genial dos ingleses, o poeta e dramaturgo William Shakespeare, há quase quatro séculos e que intitula uma de suas peças do início da carreira (datada de 1623), amolda-se como uma luva ao resultado do plebiscito com que a Escócia poderia ter encerrado uma união de 307 anos com a Inglaterra, País de Gales e Irlanda do Norte, que forma o Reino Unido. A expectativa era enorme e uma vitória da tese separatista teria enormes consequências políticas e econômicas. Venceu o bom senso, mesmo porque se situam na contramão da História as aventuras separatistas como essa tentada na Escócia e a que será levada a efeito na região espanhola da Catalunha, através de referendo a ser realizado em 9 de novembro deste ano.

Apurados os votos, ganhou o “não” com a chancela de 55,3% dos escoceses votaram pela permanência no Reino Unido. O “sim” pela independência da Escócia obteve apenas 44,7% a favor, segundo os resultados da apuração. Apesar da confusão conceitual, a votação foi tipicamente um plebiscito, uma votação de cunho original sobre uma questão singela a ser respondida com o sim ou um não; um referendo teria como pressuposto uma decisão política já tomada por uma autoridade singular ou órgão colegiado, transformada em norma cuja validade somente ocorreria depois de confirmada pelo corpo eleitoral, através do voto. 

Ora, a mundialização (ou “globalização”, como querem outros) econômica e cultural que se acentuou com a internacionalização da economia mundial a partir da segunda metade do século XX, ademais da poderosa revolução tecnológica dos meios de informação e comunicação que fez emergir no cenário atual as sociedades informacionais, para usar a linguagem do pensador Manuel Castells, impuseram modificações profundas e definitivas no modelo de Estado nacional forjado na época do Iluminismo. Sobremodo, explodiu a velha e assentada noção de soberania nacional, um dos corifeus do constitucionalismo ocidental.

Nunca foi tão presente e impactante a noção de que vivemos na “aldeia global” preconizada pelo filósofo canadense Marshall McLuhan, antes até recebida com enorme frieza, porquanto a transformação ditada pelo paradigma tecnológico, no contexto mundial, “expande-se exponencialmente em razão de sua capacidade de criar uma interface entre campos tecnológicos mediante uma linguagem digital comum na qual a informação é gerada, armazenada, recuperada, processada e transmitida”, segundo afirma o já citado Castells (1999, p.68). Com efeito, cada vez mais nações e indivíduos se conectam a partir de um locus comum que é o chamado ciberespaço, como a multiplicação de vínculos econômicos, sociais, políticos e culturais, de modo que o global e o local se interpenetram, se fundem e se influenciam instantaneamente e numa escala planetária, impondo um novo modelo de produção industrial cuja mais importante e não menos estratégica “mercadoria” passou a ser a informação.

Enfim, nesse contexto foi mais do que natural o surgimento de um Estado de tipo novo e resultante da união, de princípio econômica e depois jurídico-política, de vários Estados nacionais que, todavia, não se descaracterizaram enquanto tal. O melhor exemplo disto é a União Europeia, aliás, da qual faz parte o Reino Unido. Claro que, nos últimos anos, tem pedido substância a ideia-força de um grande Estado europeu pensado por Napoleão Bonaparte e que deu origem à integração europeia que desaguou na chamada “zona do Euro”, mas, ainda não chegou a adotar uma “Constituição da Europa” como prevista no Tratado de Maastricht, que instituiu a União Europeia, foi assinado em 7 de fevereiro de 1992. No entanto, isso está muito distante nas visões nacionalistas a partir das quais são engendradas as propostas separatistas, tanto a escocesa, que sucumbiu no referendo de 18 de setembro, quanto a catalã que dá azo ao referendo de 9 de novembro próximo ou até na outrora tão sonhada independência da região canadense de cultura francesa (Le Québec libre).  Até agora, tem vencido a razão econômica e política em detrimento da emoção que anima a História e edifica a cultura dos povos e nações.

É inegável, aliás, que vitórias desses movimentos separatistas, a curto e médio prazo, seriam literais “tiros no pé”, tamanhas as dificuldades econômicas, culturais e políticas decorrentes, talvez até maiores pelas que passaram os países, inclusive o nosso, quando se libertaram dos jugos colonialistas a partir do século XIII.  Afinal, as relações entre povos colonizadores e colonizados se situam nos limites da opressão mais brutal e afrontosa, algo bem diferente daquelas que se travam, por exemplo, no âmbito do Reino Unido. Com o resultado do referendo, que mantém a Escócia no Reino Unido, embora correta e lógica, certamente a ideia separatista escocesa não está morta, posto que, por enquanto, tenha acabado bem. Afinal, um tenaz William Wallace, chamado de Braveheart, o Coração Valente, espírito vivo da Escócia de tantos clãs, kilts, uísques e gaitas de foles, continuará à espreita ainda por muitos anos.

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Postado às 09:48 horas

18
Set

A união


Das duas, é o que se pode chamar de "desenvoltura", "avanço", "modernismo, "novas políticas" ou é o impublicável que tô pensando?

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Postado às 17:33 horas

18
Set

A aprovação


À administração do prefeito Silveira Junior, apontada em todas as pesquisas, tem sua comprovação expressa em manifestações populares de apoio, nos eventos públicos que o Chefe da Municipalidade comparece. O prefeito tem mantido atos administrativos completamente distanciados do pleito que se vivencia atualmente. No entanto, é sabido que é exatamente em períodos eleitorais que protestos, queixas e "similares" se intensificam, daí a aprovação popular, nessa época, ao prefeito Silveira Junior, não poderia deixar de ter ímpar importância. Fica o registro.   

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Postado às 16:38 horas

18
Set

Fogo no palheiro?


O deputado Henrique Alves - candidato ao Governo do Estado- não estaria nada satisfeito com o desempenho, na terrinha amada, de sua aliada, a deputada federal Sandra Rosado, a quem o candidato tem prestigiado de forma visivelmente diferenciada. O candidato teria revelado a interlocutores próximos que a"deputada pede muito, exige demais" e que ele não estaria vendo os resultados. No entanto, o que vaza, é que o candidato tem, sim, atendido aos pleitos de Sandra até em detrimento de aliados outros, que, obviamente, não estariam nada satisfeitos e isso poderá provocar desdobramentos... Mais uma vez, resta agudarmos, né?  

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Postado às 16:18 horas

18
Set

A campanha eleitoral


Em Mossoró, poderá sofrer uma radical mudança que influenciará em muito o resultado do pleito, em todos os seus patamares. Os bastidores fervilharam até a madrugada de hoje e permanecem em temperatura altíssima. Diferentemente do que acontece no meio político, não será servido pizza, mas um bom e bem passado churrasco. Aguardemos.

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Postado às 16:05 horas

17
Set

Quentinha


Ou fresquinha, escolha. O candidato Henrique Alves faz, nesse momento, movimentação política no Alto de São Manoel, acompanhado pela candidata ao Senado, Vilma de Faria, deputadas e vereadores. Um amigo meu que está lá, me telefona para dizer que viu  um dos fotógrafos que "cobrem" o evento perguntar para um dos coordenadores: "Genivan, pode?" O Coordenador disse que sim, e advertiu que "só não pode Lairinho". "Traduzindo:" isso significa que pode-se fazer e publicar fotos de todos os presentes menos do vereador Lairinho, que é filho da deputada Sandra. Pense num rapaz pra somar! Só rindo... Obs: "Genivan", é o vereador Genivan Vale "neosandrista"..

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Postado às 19:24 horas

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