21
Set

A DERROTA DO SEPARATISMO


Paulo Afonso Linhares

Bem está o que bem acaba ou tudo está bem quando termina bem (no original, All's Well That Ends Well). Essa obviedade resumida pelo mais genial dos ingleses, o poeta e dramaturgo William Shakespeare, há quase quatro séculos e que intitula uma de suas peças do início da carreira (datada de 1623), amolda-se como uma luva ao resultado do plebiscito com que a Escócia poderia ter encerrado uma união de 307 anos com a Inglaterra, País de Gales e Irlanda do Norte, que forma o Reino Unido. A expectativa era enorme e uma vitória da tese separatista teria enormes consequências políticas e econômicas. Venceu o bom senso, mesmo porque se situam na contramão da História as aventuras separatistas como essa tentada na Escócia e a que será levada a efeito na região espanhola da Catalunha, através de referendo a ser realizado em 9 de novembro deste ano.

Apurados os votos, ganhou o “não” com a chancela de 55,3% dos escoceses votaram pela permanência no Reino Unido. O “sim” pela independência da Escócia obteve apenas 44,7% a favor, segundo os resultados da apuração. Apesar da confusão conceitual, a votação foi tipicamente um plebiscito, uma votação de cunho original sobre uma questão singela a ser respondida com o sim ou um não; um referendo teria como pressuposto uma decisão política já tomada por uma autoridade singular ou órgão colegiado, transformada em norma cuja validade somente ocorreria depois de confirmada pelo corpo eleitoral, através do voto. 

Ora, a mundialização (ou “globalização”, como querem outros) econômica e cultural que se acentuou com a internacionalização da economia mundial a partir da segunda metade do século XX, ademais da poderosa revolução tecnológica dos meios de informação e comunicação que fez emergir no cenário atual as sociedades informacionais, para usar a linguagem do pensador Manuel Castells, impuseram modificações profundas e definitivas no modelo de Estado nacional forjado na época do Iluminismo. Sobremodo, explodiu a velha e assentada noção de soberania nacional, um dos corifeus do constitucionalismo ocidental.

Nunca foi tão presente e impactante a noção de que vivemos na “aldeia global” preconizada pelo filósofo canadense Marshall McLuhan, antes até recebida com enorme frieza, porquanto a transformação ditada pelo paradigma tecnológico, no contexto mundial, “expande-se exponencialmente em razão de sua capacidade de criar uma interface entre campos tecnológicos mediante uma linguagem digital comum na qual a informação é gerada, armazenada, recuperada, processada e transmitida”, segundo afirma o já citado Castells (1999, p.68). Com efeito, cada vez mais nações e indivíduos se conectam a partir de um locus comum que é o chamado ciberespaço, como a multiplicação de vínculos econômicos, sociais, políticos e culturais, de modo que o global e o local se interpenetram, se fundem e se influenciam instantaneamente e numa escala planetária, impondo um novo modelo de produção industrial cuja mais importante e não menos estratégica “mercadoria” passou a ser a informação.

Enfim, nesse contexto foi mais do que natural o surgimento de um Estado de tipo novo e resultante da união, de princípio econômica e depois jurídico-política, de vários Estados nacionais que, todavia, não se descaracterizaram enquanto tal. O melhor exemplo disto é a União Europeia, aliás, da qual faz parte o Reino Unido. Claro que, nos últimos anos, tem pedido substância a ideia-força de um grande Estado europeu pensado por Napoleão Bonaparte e que deu origem à integração europeia que desaguou na chamada “zona do Euro”, mas, ainda não chegou a adotar uma “Constituição da Europa” como prevista no Tratado de Maastricht, que instituiu a União Europeia, foi assinado em 7 de fevereiro de 1992. No entanto, isso está muito distante nas visões nacionalistas a partir das quais são engendradas as propostas separatistas, tanto a escocesa, que sucumbiu no referendo de 18 de setembro, quanto a catalã que dá azo ao referendo de 9 de novembro próximo ou até na outrora tão sonhada independência da região canadense de cultura francesa (Le Québec libre).  Até agora, tem vencido a razão econômica e política em detrimento da emoção que anima a História e edifica a cultura dos povos e nações.

É inegável, aliás, que vitórias desses movimentos separatistas, a curto e médio prazo, seriam literais “tiros no pé”, tamanhas as dificuldades econômicas, culturais e políticas decorrentes, talvez até maiores pelas que passaram os países, inclusive o nosso, quando se libertaram dos jugos colonialistas a partir do século XIII.  Afinal, as relações entre povos colonizadores e colonizados se situam nos limites da opressão mais brutal e afrontosa, algo bem diferente daquelas que se travam, por exemplo, no âmbito do Reino Unido. Com o resultado do referendo, que mantém a Escócia no Reino Unido, embora correta e lógica, certamente a ideia separatista escocesa não está morta, posto que, por enquanto, tenha acabado bem. Afinal, um tenaz William Wallace, chamado de Braveheart, o Coração Valente, espírito vivo da Escócia de tantos clãs, kilts, uísques e gaitas de foles, continuará à espreita ainda por muitos anos.

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Postado às 09:48 horas

18
Set

A união


Das duas, é o que se pode chamar de "desenvoltura", "avanço", "modernismo, "novas políticas" ou é o impublicável que tô pensando?

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Postado às 17:33 horas

18
Set

A aprovação


À administração do prefeito Silveira Junior, apontada em todas as pesquisas, tem sua comprovação expressa em manifestações populares de apoio, nos eventos públicos que o Chefe da Municipalidade comparece. O prefeito tem mantido atos administrativos completamente distanciados do pleito que se vivencia atualmente. No entanto, é sabido que é exatamente em períodos eleitorais que protestos, queixas e "similares" se intensificam, daí a aprovação popular, nessa época, ao prefeito Silveira Junior, não poderia deixar de ter ímpar importância. Fica o registro.   

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Postado às 16:38 horas

18
Set

Fogo no palheiro?


O deputado Henrique Alves - candidato ao Governo do Estado- não estaria nada satisfeito com o desempenho, na terrinha amada, de sua aliada, a deputada federal Sandra Rosado, a quem o candidato tem prestigiado de forma visivelmente diferenciada. O candidato teria revelado a interlocutores próximos que a"deputada pede muito, exige demais" e que ele não estaria vendo os resultados. No entanto, o que vaza, é que o candidato tem, sim, atendido aos pleitos de Sandra até em detrimento de aliados outros, que, obviamente, não estariam nada satisfeitos e isso poderá provocar desdobramentos... Mais uma vez, resta agudarmos, né?  

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Postado às 16:18 horas

18
Set

A campanha eleitoral


Em Mossoró, poderá sofrer uma radical mudança que influenciará em muito o resultado do pleito, em todos os seus patamares. Os bastidores fervilharam até a madrugada de hoje e permanecem em temperatura altíssima. Diferentemente do que acontece no meio político, não será servido pizza, mas um bom e bem passado churrasco. Aguardemos.

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Postado às 16:05 horas

17
Set

Quentinha


Ou fresquinha, escolha. O candidato Henrique Alves faz, nesse momento, movimentação política no Alto de São Manoel, acompanhado pela candidata ao Senado, Vilma de Faria, deputadas e vereadores. Um amigo meu que está lá, me telefona para dizer que viu  um dos fotógrafos que "cobrem" o evento perguntar para um dos coordenadores: "Genivan, pode?" O Coordenador disse que sim, e advertiu que "só não pode Lairinho". "Traduzindo:" isso significa que pode-se fazer e publicar fotos de todos os presentes menos do vereador Lairinho, que é filho da deputada Sandra. Pense num rapaz pra somar! Só rindo... Obs: "Genivan", é o vereador Genivan Vale "neosandrista"..

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Postado às 19:24 horas

17
Set

Do tamanho de um


Confete, sem direito a serpentinas, assim está ficando o DEM, em Mossoró. Só o coió, o refugo... Primeiro foi a ex prefeita e candidata a deputada federal, Fafá Rosado, em seguida, o deputado federal Betinho Rosado, hoje foi a vez do Chefe da Casa Civil e marido da governadora, Carlos Augusto. Rosalba, a governadora, já anunciou que sairá tão logo termine o mandato, o mesmo acontecendo com todos os vereadores de Mossoró eleitos pela sigla. Do DEM, só o senador José Agripino que, por acidente, nasceu aqui, foi-se embora antes de fazer a Primeira Comunhão e, recentemente, traiu nossa conterranêa, a governadora Rosalba Ciarlini. Então, se for pra apelar pro bairrismo, me aponte porque o mossoroense "deve votar em candidatos da terra?" E do DEM? Aff!

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Postado às 19:07 horas

17
Set

Só falto morrer de rir


Mas escapo sempre, pois ainda estou vivo, quando ouço nos programas eleitorais gratuitos, certa parlamentar federal dizendo que alocou milhões de reais para a Saúde de Mossoró. Em seguida, vem outra parlamentar, estadual, dizendo que alocou mais, muito mais. Não sei porque, nessas horas, ouço sirenes de ambulancias....

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Postado às 16:05 horas

17
Set

A irresponsabilidade


Que prejudica - e muito - parturientes e recém nascidos em Mossoró, é do grupo familiar que controlava a Maternidade Almeida Castro e a Casa de Saúde Dix-sept Rosado, e não do prefeito Silveira Junior, que pagou todos os compromisso financeiros assumidos com essas duas unidades de saúde, ora essa! Muito bonitinho isso, belezinha, né não?  Ora, não tem dinheiro para pagar a funcionários e fornecedores, comprar medicamentos - apesar de haverem recebido fortunas dos cofres públicos - mas tem para manter duas candidaturas, uma a deputado federal, outra a estadual. Pode, uma porra dessas? O prefeito assume, sim, todo o ativo, o passivo, o cacete, mas o que resta dessa tal APAMIM, seja agregado ao Patrimônio Público do Município. O prefeito sabe que o dinheiro não é dele, pessoal, é do povo e, com esse dinheiro que, repito, é do povo, for pagar as contas da tal APAMIM, que ela passe a pertencer ao povo de Mossoró. Elementar, Severino, deixa de ser babaca, Mané. Arrocha prefeito!

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Postado às 15:34 horas

17
Set

Não é gago


Quem assim fala: " Detentor de seis mandatos, Robinson nunca respondeu a um processo.  Sua probidade é comprovada. Inconteste". Prefeito Silveira Junior, discorrendo sobre a vida pública de Robinson Faria. 

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Postado às 15:21 horas

17
Set

Ouvido, entre um


Cafezinho e outro: "Se é verdade que Henrique vai quebrar o galho de Cláudia, esse país é uma boa merda, e ele (Henrique) vai terminar de se ferrar nessa eleição". Pano rapidíssimo.

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Postado às 15:15 horas

17
Set

No Café Bagdá


Onde, todas as manhãs, se reúnem os melhores especialistas - em tudo - do mundo, já é dada como certa a realização de um Segundo Turno, na eleição estadual, e que caberá a Mossoró provoca-lo. Ou seja, os especialistas do Café corroboram o que o prefeito Silveira Junior tem dito à sua militância. Robinson já ganha em Mossoró (Fátima Bezerra tá disparada...)  e vai pro Segundo turno como franco favorito. A realização de um Segundo Turno representa para Henrique, tido como imbatível no início da campanha, fragorosa derrota.

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Postado às 14:34 horas

17
Set

Esse


A sua direita, na telinha, é Felipe Maia, filho do Zé que traiu Rosalba, e para quem, Cláudia Regina, que traiu todo mundo, pede voto. Em tempo: ele não conhece Mossoró. Se o "soltar" na Cobal e ele acertar aonde fica a buchuda do Zé Leão, como o bode pelos cascos. No seco!

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Postado às 14:20 horas

17
Set

Traições, safadezas e enganações


A prefeita cassada Cláudia Regina, na ânsia doentia por holofotes, espalha pela cidade de que vai voltar à Prefeitura. Hoje conversei com um especialista no assunto, vejamos o que ele me disse: "se o TSE, julgar que o TRE do Rio Grande do Norte, é composto por um  grupo de bedes de pentelhos - e não por Desembargadores - que cinco Juízes, erraram no julgamento de 14 Processos, que resultaram em 24 cassações, sedimentadas em mais de 100 fatos diferentes, provados e comprovados, ela volta". É..., voce joga na Mega Sena e ganha sozinho...Mas não se trata de  um jogo, trata-se de Mossoró. O que a prefeita cassada está fazendo é uma irresponsabilidade! Cláudia está querendo trazer de volta a instabilidade. Quer atingir a administração do prefeito Silveira Junior, que não moveu um fiapo de palha contra ela!!! Cláudia deu corda a seus secretários, esses a funcionários subalternos que, coitados, caíram na esparela e ficaram desempregados... Vou refrescar sua memória: " Peça demissão, caia fora, deixe o interino se lascar, que Cláudia volta em oito dias..." lembram-se? Voce acha pouco Cláudia? Claro que acha, né? Pois agora voce quer, com esse boato - que macula a imagem de Henrique Alves - trazer de volta a instabilidade político/administrativa. Macula a imagem do candidato e Presidente da Câmara, pois o que se ouve no boato é que "Henrique vai dar um jeito no TSE". Como??? Pelo amor de Deus, se a VEJA ouve isso.. O presidente de um dos Poderes determinando, ordenando, decisões de outro? E a soberania?  Presidente, tire a mão da queixada e mande parar, estancar, esse boato. Essa sua "aliada" não tem mais o que perder, não...

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Postado às 13:49 horas

17
Set

Traições, safadezas


E falta de vergonha na cara! Bom, mas antes de entrar no mérito dessa amoralidade, quero reiterar, ratificar, que não retiro uma vírgula do que, antes, escrevi sobre a prefeita cassada Cláudia Regina e que sei muito bem que, a noticiando aqui no blog,lhe dou visibilidade pública quando o comentado a seu respeito não o é. Escrevi por acreditar, até descobrir que estava sendo enganado, ludibriado, atraiçoado. Minha gente, é demais o que essa mulher está fazendo. Quem diabo seria Cláudia Regina, se não fosse Rosalba Ciarlini? Como é que essa mulher tem o cinismo de subir, de mãos dadas, no mesmo palanque das deputadas Sandra e Larissa Rosado? Vai beijar os pés - sem lava-los - de seus algozes. Que coisa mais vergonhosa! Dignidade, amor próprio, altivez, ela não tem não, viu? Eu falo D. Cláudia, com a autoridade de quem respondeu a processos e queixas-crimes por, enganado, haver lhe defendido contra essas deputadas - hoje suas patroas. Estou envergonhado com a sua falta de vergonha. Voce traiu Rosalba, traiu Fafá, fazendo muito pior que Judas Iscariotes, pois esse, arrependido, matou-se, voce optou  pela servidão ao senhores da paga, no seu caso, as senhoras. Não existe, voce sabe, nenhum processo, dos  que resultaram em suas 24 cassações, que não tenham sido impetrados ou pela deputada Sandra, ou pela deputada Larissa.  E agora, voce vai beijar os pés delas? Sinceramente, voce não sente nem um pouco de vergonha disso, não? Dignidade, Cláudia Regina, em doses mínimas que fossem, era o que se esperava de voce, apesar de tudo..Voce é uma grande mentira, Cláudia, uma grande, deslavada e ambulante mentira. Pode me processar, pois com vergonha de voce, nem defesa vou estabelecer. Por asco, nojo e piedade.

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Postado às 13:09 horas

17
Set

Muito bom


Na CNBB, face diabólica da sucessão apareceu 

 Por Josias de Souza

Foi ao ar na noite passada o debate presidencial promovido pela CNBB, entidade máxima da Igreja Católica no Brasil. Deus esteve no controle até o terceiro bloco. Zelou para que as regras engessadas inibissem as possibilidades de confronto. No quarto bloco, Ele, que já não é full time, foi dormir. E o Diabo assumiu, ateando fogo no evento. O Coisa-Ruim proporcionou à platéia alguns dos mais eletrizantes momentos da atual temporada eleitoral. Passou a impressão de estar fechado com a evangélica Marina Silva.

Cavalgando a língua do Pastor Everaldo, o Tinhoso endereçou a Aécio uma açucarada pergunta sobre a Petrobras. O tucano alçou voo: “Os brasileiros estão envergonhados, indignados com aquilo que vem acontecendo com a nossa mais importante empresa pública, submetida à sanha de um grupo político que, para se manter no poder, permitiu que um vale-tudo fosse feito na nossa maior empresa.”

Aécio bicou: “…Uma gravíssima denúncia surgiu, que fez com que o mensalão parecesse coisa pequena. Denúncia feita pela Polícia Federal, que disse que existe uma organização criminosa atuando no seio da nossa maior empresa. A partir daí, um diretor nomeado pelo governo do PT e confirmado pela atual presidente da República disse que, durante todos esses últimos anos, financiava com propinas, com parcelas de recursos das obras sob sua alçada, a base de sustentação do governo.”

Sob olhares atendos de Marina, Aécio retorceu o bico: “…Não é possível que o Brasil continue a ser administrado com tanto descompromisso com a ética, com a decência, com os valores cirstãos. A vida pública não é para ser exercida dessa forma. Quem não teve condições de administrar nossa maior empresa não tem condições de administrar o país.”

Abespinhada, Dilma solicitou direito de resposta. E Marina só de olho. Enquanto o pedido era analisado, o mediador sorteou o nome do candidato que faria a indagação seguinte. O Capiroto guiou a escolha: Aécio Neves pergunta para Luciana Genro. Quais são as suas propostas, candidata, para melhorar a educação no Brasil? Como que tomada pelo Cramulhão, a candidata do PSOL preferiu dizer a Aécio que sabia o que o tucanato fizera no verão passado.

“O senhor fala como se no governo do PSDB nunca tivesse havido corrupção”, disse Luciana Genro. “Na realidade, nós sabemos que o PSDB foi precursor do mensalão, com seu correligionário e conterrâneo Eduardo Azeredo. E o PT deu continuidade a essa prática de aparelhamento do Estado, que o PSDB já havia implementado durante o governo Fernando Henrique.”

A filha de Tarso Genro, o governador petista do Rio Grande do Sul, prosseguiu: “Também foi público e notório o processo de corrurpção que ocorreu durante a compra da [emenda] da reeleição… E a corrupção nas empresas públicas que foram privatizadas, num processo que ficou conhecido como privataria tucana…”

Luciana chutou o balde: “Então, o senhor, Aécio, falando do PT, é como o sujo falando do mal lavado. Porque o senhor é de um partido que tem promovido a corrupção… As empreiteiras que fizeram o escândalo de corrupção da Petrobras são as mesmas que financiam a sua campanha, a da Marina e a da Dilma… Fale do PT, mas fale do seu partido também.”

Na tréplica, Aécio saudou o retorno da ex-petista Luciana Genro “às suas origens, atuando como linha auxiliar do PT”. Ignorando-a, pôs-se a falar bem de si mesmo, enaltecendo a obra educacional que realizara como governador de Minas. Mas Lúcifer reservara uma tréplica para Luciana: “Com todo o respeito, linha auxiliar é uma ova, candidato Aécio… O senhor não tem resposta para debater comigo a corrupção, até porque foi protagonista de um dos últimos escândalos…”

O Rabudo, definitivamente, apossara-se dos lábios de Luciana Genro. Ela recordou o caso do aeroporto da cidade mineira de Cláudio. “…O senhor é tão fanático pela corrupção que consegue usar dinheiro público para construir um aeroporto beneficiando exclusivamente a sua família. É realmente escandaloso o que o PSDB faz no Brasil.” Aécio requereu direito de resposta.

A essa altura, o Pata-Rachada já havia decidido que Dilma teria direito de responder aos petro-ataques do rival tucano. O Chifrudo concedeu-lhe um minuto. E ela: “Ao longo da minha vida, eu tive sempre tolerância zero com a corrupção.” No que se refere ao convívio com malfeitores, não teve a mesma intolerância.

“No caso da Petrobras, eu quero lembrar ao candidato Aécio que quem investigou e descobriu todos os crimes foi um integrante do governo.” Um integrante do governo? Imaginou-se que Dilma anunciaria ao país o nome de um investigador secreto. Mas ela se equivocara. Quisera dizer não um integrante, mas um órgão do governo, a Polícia Federal.

Expressando-se num idioma muito parecido com o português, Dilma afirmou: “Fica claro que não é fácil descobrir um sistema daquele tamanho, na medida em que está metida a Polícia Federal, o Ministério Público e o Judiciário.” Quem ouviu ficou com a sensação de que a presidente acusava os investigadores de estarem metidos nos crimes. Mas ela queria dizer o oposto.

“Quero dizer que nós fortalecemos a Polícia Federal, criamos o Portal da Transparência… Nunca escolhemos engavetador-geral da República. Se hoje descobrem atos de corrupção e ilícitos é porque nós não varremos para baixo do tapete…” Dilma se absteve de mencionar que o governo testa permanentemente os órgãos de controle do Estado, fornecendo-lhes escândalos em série. O tapete ficou pequeno.

Antes de encerrar o penúltimo bloco, o Demo autorizou Aécio a usufruir do direito de responder aos ataques de Luciana Genro. “Política é isso: aquele que se propõe a governar o Brasil tem que ouvir impropérios. E aqueles que são irrelevantes fazem acusações absolutamente irresponsáveis e levianas.” Falou de sua infância católica, de sua formação cristã, do seu apreço pela ética, de sua obra no governo mineiro. Nada que pudesse suscitar um novo pedido de resposta de Luciana Genro.

No último bloco do debate, dedicado às considerações finais, Marina Silva, que observara calada a troca de ofensas, caminhou sobre o mar de lama. “Tenho dito que quem vai ganhar essas eleições não são as estruturas dos partidos da polarização: PT e PSDB, que acabaram de aqui se digladiar. Quem vai ganhar as eleições é uma nova postura, principalmente do cidadão brasileiro, que está disposto a fazer a mudança, blá, blá blá…”

Eis as duas grandes mensagens que o Príncipe das Trevas passou por meio do debate da CNBB: 1) o que o país está assistindo nos últimos 20 anos é apenas uma sucessão de exemplos de tucanos e petistas distraídos sendo usados, vendo sua respeitabilidade e sua boa imagem exploradas por gatunos. 2) se Aécio e Dilma estiverem corretos, Marina é apenas uma biografia imaculada que ainda não teve de negociar um projeto de lei com a bancada do PMDB.

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Postado às 08:30 horas

15
Set

Essa pergunta


Realmente não quer calar e, acho, nem deveria. Como é que, falida, a única fonte de renda (pública, né?)  do grupo Rosado, capitaneado pela deputada Sandra Rosado, consegue manter, nas ruas, e de forma faustuosa, duas dispendiosas candidaturas no atual pleito? Quando voce for voltar para deputado estadual e federal, dá uma pensadinha nisso. O seu consciente coletivo, vai agradecer...

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Postado às 16:54 horas

15
Set

A grande verdade


É que a Eleição Suplementar que elegeu de forma consagradora e histórica o prefeito Silveira Júnior, inibiu o radicalismo político em Mossoró. Implantou, digamos, um novo modelo. Os caciques políticos tremeram em suas bases, refizeram seus cocares e começaram a enxergar que na "mata" a caça não é mais só deles. Pregando a pacificação e a unificação, Silveira Júnior começou a ditar o ritmo. Ora, aqui em Mossoró - e eu fiz todas- fazia-se campanha de Rosado contra Rosado. Os resultados dos pleitos não impediam que um tio, um primo, um parente vencedor qualquer, não curasse, negasse o linimento para o parente "perdedor". Lembro-me da frase de Dix huit - um verdadeiro Estadista- que dizia: "nós, Rosado, somos tão inteligentes que nos dividimos para somar". Certíssimo, o Velho. Rosado nunca perdeu campanha em Mossoró, mesmo o resultado das urnas sendo adverso a uma de suas "divisões". Vejamos, só para exemplificar, o caso da Casa de Saúde Dix-sept Rosado. Não é de hoje, nem de ontem, nem de anteontem, que o erário municipal socorre as agruras financeiras daquela unidade de saúde, não. Segundo  consta - eu não provo - que a parte da família Rosado que administrava a unidade, gastava seus recursos(da Unidade) em campanhas eleitorais contra a outra  facção familiar, irresponsavelmente, pois tinha a certeza que, depois, seria acudida pelo parente vencedor. Carta marcada, não havia como perder...Eu não estou pregando o radicalismo contra a família Rosado, em absoluto. Essa família, em sua maioria, tem o merecimento, por justiça, por serviços prestados, de uma história de vida, do povo mossoroense. O ciclo que está se terminando é o da exclusividade, do monopólio. Silveira Junior está fadado a encerra-lo e o está encerrando. Ou voce, em sã consciência, acha que se o gestor municipal fosse Rosado, aquele complexo hospitalar que o Município vinha sustentando a muitas décadas, poderia agregar-se ao patrimônio público, passaria a pertencer ao povo? Fale sério... 

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Postado às 16:14 horas

15
Set

De telefonema


Falei na postagem abaixo que Robinson estava diminuindo a diferença entre ele e Henrique Alves - fato confirmado pelas pesquisas e a "vista grossa mesmo". Bom, eis que recebo um telefonema de uma pessoa ligada ao PMDB, mais precisamente a deputada Sanda Rosado, informando que haviam recebido o resultado de uma pesquisa, feita nos dias 11, 12, e 13, e que confirmava vitória de Robinson e Fátima Bezerra em Mossoró. É claro que procurei saber números, meu interlocutor disse que não tinha detalhes, "mas que era por votação expressiva". Não é de meu feitio dar notícias desse tipo, sem citar fonte, nome e, se possível, CPF, mas, no jornalismo existem certas coisas que precisam ser respeitadas, essa é uma delas. Fazer o que? Noticiar ao preço da fatura... 

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Postado às 15:53 horas

15
Set

Robinson Faria


Diminui vertiginosamente a diferença entre ele e Henrique com indicativos crescentes de que poderá proceder a "virada". As pesquisas, que apontam esse rumo são, na minha pouca abalizada opinião, complementos. É só ver os debates, as entrevistas, as declarações e estabelecer um singelo parâmetro. Robinson apresenta propostas, plataforma de Governo, planos, projetos, e o faz  com argumentação ímpar, real, consubstanciada. Já Henrique, acuado por denúncias, limita-se a defender-se, muito mais preocupado com a posição de Presidente da Câmara dos Deputados, que de candidato ao Governo do Estado do Rio Grande do Norte. As pesquisas, portanto, são meras decorrências... e não há como contesta-las. Não vou me prender a números de pesquisa A ou B, pois são variáveis e, evidentemente, mutantes. O que está ocorrendo é que enquanto Robinson diminui - e muito - a diferença que o separava de Henrique, as denúncias, mal defendidas, aumentam também em muito, a já "secular" rejeição a Henrique Alves. Tendo esse diapasão continuidade, Robinson levará o "imbatível" Henrique ao segundo turno, com ele , Robinson, na pole position. Não tenho nenhuma dúvida.

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Postado às 13:07 horas

13
Set

A REPROVAÇÃO DO RN


Paulo Afonso Linhares

Um lugar comum em todos os discursos acerca de desenvolvimento é o imprescindível papel que a educação básica joga na evolução dos povos e construção das riquezas das nações. Parece ate um enfadonho bordão, mas, não é. Com efeito, sem educação as perspectivas todas são nulas e quaisquer promessas de redenção social, política econômica  e cultural caem no vazio mais profundo. Do contrário, grassam sempre a escuridão da ignorância e o maldito silêncio da omissão, que resultam em miséria, desamparo, fome, desesperança, violência, abandono e desespero.
Por isto é que enorme choque a comunidade potiguar teve com a divulgação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), de 2013. Segundo definição  do INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, "o Ideb foi criado pelo Inep em 2007, em uma escala de zero a dez. Sintetiza dois conceitos igualmente importantes para a qualidade da educação: aprovação e média de desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar, e médias de desempenho nas avaliações do Inep, o Saeb e a Prova Brasil.A série histórica de resultados do Ideb se inicia em 2005, a partir de onde foram estabelecidas metas bienais de qualidade a serem atingidas não apenas pelo País, mas também por escolas, municípios e unidades da Federação."
O Rio Grande do Norte, em 2103 foi reprovado no Ideb, pois, para uma  modesta meta de 3,4, no ensino fundamental, atingiu míseros 3,1; dos 3,2 da meta do ensino médio para 2013, mal atingiu sofrível 2,7. Sem dúvida, um desastre estelar. A vergonhosa reprovação do ensino do RN, a cargo do Sistema Estadual de Educação,  na posição do penúltimo pior Estado da federação, não deixa de inspirar enormes preocupações. Onde falhou o sistema educacional  desta unidade federativa? Teriam os dirigentes desse sistema estadual, à frente a atual governadora do RN, agido de modo negligente?
Coloque-se a carapuça em quem merecer. Fato é que os índices de avaliação do ensino, em 2013, gravemente depõem contra os gestores da educação e do governo desta capitania de João de Barros. É um fato. Aliás, por mais que esperneiem os defensores do atual governo do Estado, contra fatos não valem argumentos (contrafactanonvalentargumenta). Resta-nos, lastimavelmente, engolir em seco a nossa vergonha,  não apenas  pelo fiasco, mas, sobretudo,  pelo passivo social que teremos de assumir, todos nós desta bela tribo dos potiguares, conterrâneos do genial   Luiz da Câmara Cascudo. Fracassamos na educação de nossas crianças  e jovens infantes? Fracassamos, melhor dizendo, fracassou o governo do Estado, que se mostrou incompetente para imprimir uma boa gestão, em 2013, à educação das meninas e meninos deste Estado?
À toda evidência foi o que ocorreu, mesmo porque não deixa de ser irritante o argumento de que a questão seria a falta de dinheiro (os políticos e assemelhados chamam "dinheiro" apenas de "recurso", algo malicioso e debochado). Há "grana" suficiente para manter a educação do ensino fundamental e médio; não fazer uma boa gestão desses dinheiros resulta inapelavelmente num retumbante fracasso como o que o Estado  do Rio Grande do Norte está a amargar  os fraquíssimos índices obtidos no Ideb.
Que fazer? Chorar o velho e precioso leite derramado? Não. O próximo governo do RN que assumirá em 1º de janeiro de 2015, tem por obrigação  corrigir esses desacertos lamentáveis, mesmo sabendo que dificilmente vai recuperar o tempo perdido, pois, infelizmente, os danos educacionais são permanentes e, em grande medida, irreversíveis. Talvez até seja preciso ousar, pois, em derradeira análise, como asseverou o educador-mor Paulo Freire, que pontificou por estas plagas, "...acreditamos que a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.Se a nossa opção é progressiva, se estamos a favor da vida e não da morte, da equidade e não da injustiça, do direito e não do arbítrio, da convivência com o diferentee não de sua negação, não temos outro caminho se não viver a nossa opção.Encarná-la, diminuindo, assim, a distância entre o que dizemos e o que fazemos". Essas palavras de sabedoria ecoam em nossas mentes e deixam uma rastro de desolação e impotência, porquanto o atual governo, no ano de 2013, sequer tenha sido capaz de fazer o velho dever de casa.

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Postado às 10:34 horas

11
Set

Quando


O amigo e colega, Carlos Skarlact, brada o seu"Só Cristo Salva", eu penso que é pra mim.  Juro! 

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Postado às 11:53 horas

11
Set

É muito importante


Para todo e qualquer prefeito, de todas as municipalidades, eleger seu candidato ao Governo do Estado. Isso é elementar e tão obvio que está me dando vontade de deletar esse parágrafo. Mas é que quero chamar a atenção para o chamado "voto casado". Se voce faz uma ciranda de escolhidos, voce não constrói uma base, voce fragmenta o "alicerce". Não que seja obrigatório votar em uma só  "linha", mas, indiscutivelmente, é coerente e, evidente, construtivo. Não posso, ou não deveria votar, em um candidato que, se eleito, irá trabalhar (vamos substituir por agir, a maioria não trabalha mesmo...) contra o Governo que eu escolhi ou contra o gestor municipal que tem a minha preferencia, que foi a minha escolha. Quantos prefeitos, bem intencionados, não tiveram o seu trabalho abortado porque o governante maior - o governador- botou o dedo no "suspiro"? O deputado, federal ou estadual, ou o senador, engavetou projetos, deixando o gestor municipal na berlinda e o povo na merda? É preciso pensar-se no conjunto da opera, por mais bufa que seja. Voce deve, em uma eleição múltipla como essa, montar uma engrenagem  com "ingredientes" que se completem, que se juntem. Lembre-se não é o Maestro, ou o violonista, o baterista, o pianista, que faz a orquestra. É o conjunto....e, mesmo, assim, por vezes desafina...  Mozart, Bach, Beethoven, que o diga. Até Roberto Carlos, no seu "concavo e convexo", sabe disso. Só que hoje eu prefiro blusas sem botões... não mais enxergo abri-los com a facilidade de antes. Aff.

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Postado às 10:36 horas

11
Set

A tal da "globalização"


Deve funcionar em todo o canto do mundo, menos em Mossoró. Pelo menos, durante as campanhas eleitorais. Nessas, como em nenhuma outra fase, em nenhum outro tempo, apela-se para o "voto minhoca". Idiotice crassa, burra, jumentalizada! Mossoró oferta bons candidatos seus, mas nem todos são bons. Alguns não valem um juá, maduro e apodrecido. Aí eu vou ter que comer ( chupar?) esse juá só porque ele nasceu no meu quintal? Vá à merda! Não, vamos escolher  quem for melhor para Mossoró, venha de onde vier. Não me interessa a naturalidade de ninguém. Poderia citar "N" benefícios que foram feitos em Mossoró por pessoas que não nasceram aqui, como poderia citar, por igual, São Paulo, Rio de Janeiro, Nova Iorque, Tóquio... isso é frescura. É apelação de quem não tem discurso ou que nunca teve... Vamos votar em candidatos que tenham compromissos com Mossoró, sem deles exigir a Certidão de Nascimento, e não em quem explora Mossoró. Em quem só se lembra da nossa cidade em época de eleição. São muitos, permanentes, contínuos, esses exemplos. Veja - dê-se a esse trabalhinho-  as biografias  (raríssimas, pois a maioria tem prontuários) que voce vai constatar que muitos nada fizeram - durante toda a vida - exceto enricar (ROUBANDO), ter poderio, as custas do seu voto, iludindo através de propostas mirabolantes que voce, voce mesmo, que está lendo, nunca cobrou, esqueceu, deixou pra lá, permitindo que esses continuem se espojando, delirantemente, no Poder que voce lhes concedeu. Essa é a verdade! E ela dói, às vezes, em mim também...

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Postado às 09:43 horas

11
Set

E aqui estou eu


Rodeado de  capsulas, comprimidos, cachetes e chás, curtindo uma baita de uma gripe, vendo ser atirados em determinados candidatos confetes e  serpentinas, nesse carnaval fora de época, chamado  campanha eleitoral. Eu havia prometido aos meu santos - que são todos - e aos meus Orixás - da linha direta de Ogum - (meu Pai, saravá), que iria me conter nessa campanha, ou que não iria brincar mais esse carnaval. Mas, o danado, é que sou homem de paixões fortes e a que sinto por Mossoró, é avassaladora. Incontida. Diabo nenhum a segura. Nós estamos tendo mais uma oportunidade, não de resolver em definitivo, mas de começar a avançar, e esse avanço precisa começar expurgando da Política essas figurinhas carimbadíssima que, há muitas décadas, estão aí. Como vou acreditar em inovação, vindo essa proposta de quem está há 50 anos nesse bloco? Com a mesma "fantasia", marcando passo no mesmo ritmo, com a mesmíssima música? Vão pruma porra! Em Mossoró, a cada eleição, temos os mesmos candidatos. Isso pra prefeito, deputado estadual, federal e vereador. Não são candidaturas, são carimbos, adaptados ao cargo que, no momento, lhes convém. É um absurdo. Tipo assim: "Tem eleição? Tem. " A que?" Antes da resposta, vem a decisão: "Registre minha candidatura". É brincadeira. Nenhum compromisso, nenhum comprometimento, exceto o pessoal de manter-se no Poder. Manter o status. Ou a gente - eleitores - tira essa corja de circulação, ou ela continua nos engolindo e nos vomitando após cada eleição, para tornar a nos engolir na próxima. Preciso nominar? Claro que não! Todo mundo já decorou os carimbos, a nós só nos cabe, apenas e tão somente, tirar-lhe a tinta...negando-lhes o voto.






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Postado às 08:41 horas

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