18
Abr

Estão transformando


Nossa cidade em um enorme Fórum Jurídico. Nós, eleitores, em Mineirinhos. Que coisa, meu Deus!

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Postado às 09:30 horas

17
Abr

CPI BOMBRIL


Paulo Afonso Linhares

Nos países de clima frio, quando as nevascas cobrem de branco campos e cidades, os moleques costumam fazer grandes batalhas com bolas de neve. Cá nestes sertões nossos fazíamos a mesma brincadeira, com as variações e adaptações devidas: na época das chuvas, quando havia, a meninada, depois de construir pequenos açudes nas enxurradas, montava também pequenos exércitos que se enfrentavam em renhidas batalhas de bolinhas de lama; eram tantos meninos enlameados, “vítimas” dessa autêntica e inocente “guerra suja”, que até dava gastura de ver. Bons tempos aqueles! Lama sim, mas, inocente e por que não dizer “pedagógica”, já que essas pugnas lúdicas até ensinavam, posto que inconscientemente, os sentidos das táticas e estratégias dos combates, dos enfrentamentos bélicos e políticos que pontilham a História da humanidade, desde os tempos imemoriais.

As guerras de lama hoje são outras: elas envolvem lideranças políticas, empresários, gestores públicos de vários calibres, tudo formatado por uma imprensa interesseira, aética e vinculada a grandes interesses econômicos. De fora, atônito e mal informado, o cidadão comum finda como joguete nas mãos inescrupulosas daqueles que tentam conquistar o seu voto, tanto para manter o poder quanto mesmo para adquiri-lo, sem medir limites e consequências num vale-tudo que torna a participação política tão imprescindível à construção de espaços públicos imantados pelas ideias republicanas, democráticas e que sobrelevam a cidadania, como algo no mínimo enfadonho, para não dizer, também, repudiável e suspeito.

As táticas dos grupos que controlam a cena política nacional, no governo ou na oposição, são bem singelas e por demais previsíveis: nesses primeiros movimentos das peças no tabuleiro político pré-eleitoral, fazem uma vigorosa guerra de lama e não é como aquela dos meninos interioranos de antanho, de inocentes bolinhas de lama; o lamaçal é bem mais denso e profundamente fétido, porquanto tem como matéria-prima as acusações de corrupção e outras práticas delitivas detrimentosas ao patrimônio público e ao bem-estar coletivo. O rio lamacento de acusações e ofensas mútuas, com direito a horas e horas de bate-bocas nas mais variadas mídias, sem falar nas sessões de ambas as casas do Congresso Nacional e de outros parlamentos estaduais e municipais, terminará desaguado na formação de mais uma comissão parlamentar de inquérito, as famosas CPIs, destinadas a fazer muito barulho por nada.

Neste período que antecede às convenções partidárias para escolha dos candidatos às eleições deste ano de 2014, sobretudo, aqueles que disputarão a presidência da República, os lamaçais de cada lado dos principais polos da arenga – o “povo” do PT e seus aliados, de um lado, e os caciques tucanos e respectivos aliados, do outro, agora, porém, com uma “terceira perna”, que é PSB de Eduardo Campos/Marina Silva – já estão à mostra. A oposição quer implodir ou explodir a candidatura de Dilma Rousseff com essa pandenga da compra da refinaria de petróleo de Pasadena (Califórnia, EUA) e tenta montar uma CPI para apurar como a estatal petrolífera teria arrumado tamanho mico; em contrapartida, os governistas desejam apurar, na mesma CPI, as relações perigosas dos tucanos paulistas nas compras de bens (trens, mais precisamente) e serviços para o Metrô de São Paulo, nos governos de Covas, Serra e Alckmin, além de supostos deslizes do “povo” do PSB de Eduardo Campos nas obras do Porto de Suape, em Pernambuco. Em decisão inicial do presidente do Senado Federal, depois de ouvida a Comissão de Constituição e Justiça da Casa, saiu uma CPI mista para apurar os lamaçais de ambos os lados, governista e oposicionista, como fica difícil até colocar um novo, à míngua de maiores opções humildemente propomos “CPI Bombril”. A referência à marca famosa de palha de aço é apenas para enfatizar esses casos de marcas de sucesso cujos nomes comerciais se transformaram em sinônimo de gênero de produtos. Além do bombril (palha de aço que teria “mil e uma utilidades”, segundo slogan massificado pelas mídias por décadas), isso também vale para chiclete (goma de mascar), gilete (lâmina de barbear), cândida (água sanitária), durex (fita adesiva), band-aid (curativo) e outros.

Explicada a escolha do nome, certo é que a CPI Bombril terá seu destino decido pelo Supremo Tribunal, pois governistas e oposicionistas propuseram ações para resolver o impasse político: respectivamente, CPI de múltiplos temas ou CPI exclusiva para a Petrobrás? As lideranças políticas de ambos os lados querem que o STF decida como será fabricada a lama que jogarão uns nos outros, movidos que estão apenas por espírito meramente eleitoreiro e que, ao fim e ao cabo, nada esclarecerá e ninguém será punido. Enfim, “judicializam” uma questão que é meramente política e que no âmbito do Congresso Nacional deveria ser decidida. Pobre povo destes trópicos sombrios.

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Postado às 20:42 horas

17
Abr

Vereador solicita laudos dos estádios do RN


O vereador Genivan Vale (PROS) solicitou da Federação Norte-rio-grandense do Futebol (FNF) o encaminhamento dos laudos que autorizam o funcionamento e uso de todos os estádios e arena de futebol no Estado. A medida objetiva comparar os itens cobrados no estádio Professor Manoel Leonardo Nogueira, o Nogueirão, em relação aos demais estádios.

Segundo ele, estão sendo cobrados itens do Nogueirão que nenhum outro estádio do Rio Grande do Norte possui, como uma cabine para a Polícia Civil e o Juizado de Menores. “No laudo anterior, por exemplo, foi cobrado corrimãos nos vestuários dos times. Isso não tem fundamento”, diz, destacando que tudo isso reforça a tese de que há tratamento diferenciado para o estádio mossoroense por parte da Federação.

Pelas redes sociais, torcedores, também revoltados com a situação do Nogueirão, relatam dificuldades de outros estádios do RN, que mesmo assim continuam realizando jogos normalmente. Eles citam como exemplo o Estádio Frasqueirão, em Natal, que não possui acesso para a entrada de ambulância, e o Estádio Barretão, em Ceará-Mirim, que está com as obras inacabadas.

Genivan enfatiza que é justamente esse o intuito de cobrar os laudos dos demais estádios. “Não estamos defendendo que não haja segurança nos estádios, muito pelo contrário. Os estádios precisam oferecer segurança aos torcedores. O que não podemos admitir é a falta de isonomia e as cobranças exageradas ao Nogueirão que prejudicam os times mossoroenses”, frisa.

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Postado às 20:41 horas

17
Abr

Vamos todos


Às ruas lutar, combater os sanguessugas. Já os derrotamos várias vezes e, desta vez, não será diferente. Mossoró unida, coesa, irmanada, contra seu verdadeiro , insistente  e implacavel adversário: O tal de "sandrismo". Esse é o foco, essa a razão maior que deve mover, impulsionar a todos. Avante, sim, Mossoró, às mais avançadas trincheiras. A hora é de união, repito, contra o mal maior. Vamos às ruas dizer não aos sanguessugas, que não os queremos, nunca os quisemos. Vamos todos, às ruas.  

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Postado às 17:10 horas

17
Abr

A hora é


De deixar-se de lado questões pessoais, questiunculas políticas, esquecer mal  entendidos ( ou não ) e nos juntarmos todos em defesa de Mossoró contra os sanguessugas que, desta feita, não tentam somente nos sugar. Estão tentando nos estrupar, estrupar  Mossoró.

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Postado às 17:00 horas

17
Abr

Nossa Clínica


Se você procura a prática do pilates seja em sua forma de reabilitação (terapêutica), ou aeróbica, com a certeza de que os músculos devem ser fortes e flexíveis para se manterem bonitos e saudáveis, esse é mais um serviço oferecido pela Nossa Clínica, salientando sempre o alto padrão de qualidade das atividades desempenhadas contando com profissionais especialistas e aparelhos de última geração, em tempo de copa do mundo a Nossa Clínica se enquadra perfeitamente no padrão FIFA de qualidade.

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Postado às 10:01 horas

16
Abr

Rosalba manda recado certeiro ao 'sandrismo'


A judicialização do processo eleitoral suplementar de Mossoró, com a Justiça Eleitoral pedindo a impugnação das candidaturas de Cláudia Regina (DEM) e Larissa Rosado (PSB), a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) deixou seu recado em recente passagem por Mossoró. Em agenda realizada no bairro Santo Antônio, a governadora teria dito: "não vamos deixar, sob nenhuma hipótese, que sanguessuga chegue à Prefeitura de Mossoró." A frase de Rosalba Ciarlini tem destino certo: a deputada estadual Larissa Rosado, filha da deputada federal Sandra Rosado (PSB) e do ex-deputado federal Laíre Rosado (PSB). Ele foi acusado de integrar esquema relacionada à "Máfia do Sanguessuga", que ficou conhecida em todo o Brasil por práticas danosas á saúde pública, como desvio de emendas parlamentares destinadas à compra de ambulâncias. Além disso, a declaração da governadora Rosalba Ciarlini atinge também o candidato a vice-prefeito de Larissa, o presidente interino da Câmara Municipal, Alex Moacur (PMDB). Ele também foi acusado de integrar a quadrilha. Pela declaração que teria sido dada pela governadora no bairro Santo Antônio, e com a judicialização do processo eleitoral, Rosalba estaria com pré-disposição a apoiar, mais na frente, a postulação do prefeito em exercício Francisco José Júnior (PSD).

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Postado às 14:32 horas

15
Abr

Do blog do Carlos Skarlack


Está proibido todo e qualquer ato de campanha da prefeita cassada e afastada Cláudia Regina

Juiz Herval Sampaio explica a equipe de fiscalização que campanha de Cláudia está proibida
O juiz eleitoral, Herval Sampaio Júnior, titular da 33ª Zona Eleitoral, acaba de orientar a equipe de fiscalização do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), de Mossoró, sobre o procedimento de fiscalização externa.

Os fiscais foram orientados a verificar se existe alguma propaganda de campanha de Cláudia Regina.

Está tudo proíbido.

De comício a caminhada; de carreata a circulação de carro de som.

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Postado às 17:28 horas

15
Abr

Um alerta


Ouça-o quem quiser. O povo de Mossoró não vai endossar essa brincadeira que estão fazendo com a cidade. Essa irresponsável brincadeira, senhores e senhoras, vai ter troco cunhado na moeda da seriedade que nos caracteriza, nós, povo mossoroense. O que a deputada Larissa Rosado está fazendo e o que Cláudia Regina fez até hoje,( e pode, através de Liminar, sei lá, continuar) é uma molecagem sem precedentes na História, respeitada e respeitável, de Mossoró, de nosso povo, de nossa gente. Vou repetir para que dúvidas não pairem: é uma molecagem! Não são candidatas porra nenhuma, são as cabeças de subterfúgios sinistros elaborados nos porões,( mais precisamente na sarjeta deles), com o intuito nocivo, maléfico, de tornar permanente a instabilidade que provocaram. E esse troco já começa a ser dado nas primeiras movimentações, nos primeiros eventos, desta Eleição Suplementar. É só observar...

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Postado às 16:42 horas

15
Abr

Fui "crucificado"


Por boa parte da militancia da prefeita cassada Cláudia Regina, quando afirmei que não havia mais porque lutar e que a hora era de se devolver à Mossoró a estabilidade perdida. "Crucificaram" a mim, que por ela lutei até os últimos estertores. Enquanto houve luta à lutar. Agora a Justiça Eleitoral - como esperado -  afasta da campanha a prefeita cassada. Não sou ave de rapina. Isso não me provoca alegria, nem apetite. Mas eu sou um homem e um jornalista de fatos consumados. A candidatura de Cláudia Regina - agora suprimida - representava como ainda representa a da deputada Larissa Rosado, ameaças a estabilidade da cidade, a sua tranquilidade, ao sem bem estar social. Esse é o fato consumado e essa a sua verdade mais cristalina.  

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Postado às 16:25 horas

15
Abr

Fafá, a força de uma grande liderança


Ex-prefeita reúne multidão em apoio à candidatura do prefeito Francisco José Júnior

Quando Fafá Rosado entrou na disputa pela Prefeitura de Mossoró na eleição municipal de 2000, não faltou quem a chamasse de “louca”. Naquele ano, Fafá iria às ruas medir forças com o então mito da política de Mossoró, época prefeita Rosalba Ciarlini.

Fafá topou o desafio e, naquela eleição, projetou o seu futuro, abrindo a perspectiva para o surgimento de uma nova força política na família Rosado. Abertas às urnas, Fafá obteve mais de 42 mil votos, perdendo para Rosalba por um percentual em torno de 12% dos votos válidos.

A vitória de Rosalba era mesmo esperada, mas a “lavagem” alardeada nos quatro cantos da cidade por sua militância, não se concretizou. Então, o líder maior do rosalbismo, Carlos Augusto Rosado, tratou logo de se unir a Fafá, lançando-a a prefeita pelo DEM, em 2004.

Aí, sim. Com palanque, a vitória do rosalbismo foi uma barbada. Quatro anos mais tarde, Fafá foi reeleita, em 2008, sem sobressaltos nas urnas.

Após eleger o seu sucessor em 2012, no caso a sua sucessora, Cláudia Regina, Fafá Rosado decidiu, com o seu grupo político, alçar voos próprios. O primeiro passo, deixar o DEM. Para os rosalbistas fanáticos, seria um “tiro do pé” da ex-prefeita, voltar para o PMDB.

Agora, com a campanha eleitoral suplementar nas ruas, Fafá mostra força política no apoio ao prefeito Francisco José Júnior. Segunda-feira (14), Fafá reuniu uma multidão na sua casa, como parte da mobilização de campanha do prefeito. Faltou chão, sobrou gente.

Diferente das adversárias. A candidata Larissa Rosado ainda fez uma pequena mobilização, no Alto de São Manoel. Cláudia Regina, apoiada por Rosalba, sequer saiu de casa.

Assim, o pleito suplementar vai revelando a força política de Fafá e a consolidação de uma nova liderança política. É fato.

Do blog do Gutemberg Moura

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Postado às 16:14 horas

15
Abr

Herval impugna Cláudia e termina saída de concorrente do DEM da campanha


Magistrado alega ausência de elegibilidade, diante da perda dos direitos políticos da democrata

Aconteceu o que todos já esperaram. A ex-prefeita Cláudia Regina, do DEM, está fora da campanha eleitoral suplementar de Mossoró. O juiz eleitoral Herval Sampaio impugnou a candidatura da democrata, que não poderá fazer campanha política.

A situação jurídica de Cláudia que já era péssima, agravou-se ainda mais. Agora, a democrata correrá atrás de uma liminar no TER, em natal, para voltar à campanha.

Do blog do Gutemberg Moura

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Postado às 16:13 horas

15
Abr

Genivan Vale denuncia problemas na saúde pública


Na manhã de hoje, 15, o vereador Genivan Vale (PROS) usou a tribuna da Câmara Municipal de Mossoró (CMM) para cobrar do poder público mais atenção para a saúde do município, em especial para Unidade Integrada de Saúde Mental (Uisam).

O parlamentar denuncia que os psiquiatras da Uisam estão sem condições de desenvolver plenamente o seu trabalho, e ameaçam suspender as atividades caso não sejam tomadas providências para resolver a situação.

“Tratar de pacientes com problemas mentais já é um trabalho complicado e torna-se mais difícil ainda quando não se tem as condições necessárias”, diz Genivan. Ele pede sensibilidade da Prefeitura Municipal de Mossoró para que seja oferecida estrutura aos profissionais que trabalham nessa área tão delicada. “É preciso que seja feito algo rápido para que não vejamos a saúde mental sem atendimento a partir de primeiro de maio”, declara.

AGENTES DE ENDEMIAS

Ainda em seu pronunciamento, Genivan Vale solicitou a nomeação dos agentes de endemias, aprovados no concurso da saúde de 2011. “Entendemos que a legislação eleitoral impõe restrições às nomeações neste período, mas, na semana passada, a prefeitura nomeou oitos Guardas Civis Municipais. Acredito que o município também possa encontrar um meio legal para fazer a nomeação dos concursados da saúde, uma vez que a cidade está precisando destes profissionais”, pondera o edil.

Ele lembra que devido à falta de agentes de endemias, Mossoró possui 12 áreas descobertas no combate a doenças endêmicas, além de toda a zona rural. Isso representa mais de doze mil residências que não recebem visitas periódicas dos agentes de endemias.

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Postado às 15:50 horas

14
Abr

Perdido por 1


Perdido por mil. É com essa máxima que as candidaturas de Cláudia Regina e Larissa Rosado  começaram a "corrida maluca" em busca do impossível. Não bastassem estarem inelegíveis, condenadas pela Lei da Ficha Limpa, direitos políticos cassados por 8 anos, problemas aos borbotões ainda da última eleição, começam um novo pleito dispostas a melar, dispostas a mostrar ao povo que não querem e não pensam na estabilidade política da cidade.

Claudia Regina e Canindé Maia e Larissa Rosado e Alex Moacir, a chapa que já está conhecida na cidade como a chapa puro sangue "suga", em alusão ao envolvimento de ambos no escândalo nacional de desvio de recursos do SUS conhecido como a máfia dos sanguessugas, começaram a campanha já com demostrações de que não vai respeitar a Justiça. De acordo com as normas que estabelecem as regras de uma eleição um candidato só pode contrair despesas de campanha depois de aberta uma conta oficial da coligação e qualquer despesa que seja feita antes disso se configura em caixa 2. Pois bem... Mesmo com o início da campanha oficialmente no sábado, os candidatos não podiam realizar nenhuma ação que  representasse custo de campanha, como músicas, utilização de carro de som, bandeiras, bandeireiros, transporte e etc.

E... Em desrespeito ao legal, ao racional, ao lógico, Cláudia e Larissa já utilizaram-se do que podemos chamar popularmente como Caixa 2, movimentações com utilização de paredões, de bandeiras, músicas de campanha, fogos de artifício e tudo mais que é preciso para, em DESRESPEITO A JUSTIÇA, continuarem tentando mostrar que estão no páreo.

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Postado às 11:39 horas

12
Abr

Leio


Que o Dr. Juiz Herval Sampaio, também, notificou a deputada Larissa Rosado. Então, as duas "candidatas" - que não podem ser candidatas- foram devidamente notificadas. Nota: 10, de leigo. 

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Postado às 11:58 horas

11
Abr

O Samba do Crioulo Doido


É o que todos nós, leigos, estamos dançando. A pergunta que mais se faz na cidade é a seguinte. "Por que Larissa pode ser candidata e Cláudia Regina não pode?" Ambas não estão inelegíveis? Por que uma pode e a outra não pode? Nesse caso, lembro de uma conversa com uma amiga hoje pelo twitter, durante a qual ela disse: "o pau que bate em Francisco, deve bate em Chico". Nesse caso, concordo plenamente. Espero que os ilustres senhores juristas tenham uma explicação para o que, nós leigos, já estamos considerando uma tremenda de uma desigualdade de Direitos.  Se a deputada Larissa, inelegível, pode ser candidata, Cláudia Regina, também inelegível, deve poder também. É o que penso.

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Postado às 20:19 horas

11
Abr

O OLHAR AUTORITÁRIO


PAULO AFONSO LINHARES

Ainda insistindo na temática do autoritarismo entranhado na cultura política brasileira, neste momento em que o golpe militar de 1964 completa cinquenta anos, no primeiro de abril destes 2014, achei útil resgatar uma reflexão que fiz e publiquei, há mais de uma década, por sua atualidade.

Vejamos:

 Poucos povos tiveram o despropósito de constituir uma elite tão cruel, iníqua, atrasada, mesquinha e autoritária, quanto o povo brasileiro, nos últimos quinhentos anos de história da colonização européia. Isto sem mencionar que essa mesma elite já pontificava no velho reino de Portugal, mandando e desmandando, sobretudo, desde o século X de nossa era. Ela que não teve o mínimo escrúpulo de promover a escravidão das populações que aqui encontraram, nem tampouco de pessoas – populações inteiras – sequestradas de seus lares na longínqua África e trazidas nos infames navios negreiros para este novo mundo.

A herança ficou, perpassados os séculos. E a elite conservadora brasileira, para usar o modelo freyreano, jamais deixou de olhar o mundo senão a partir da “Casa-Grande”, visão que se projeta  para toda sociedade brasileira sob a forma de um enorme ranço autoritário que permeia as relações sociais. Aqui, as pessoas de todas as classes sociais acham normais as mais variadas manifestações da cultura do autoritarismo, seja no trabalho, na escola, no lar, nas ruas, nas igrejas e, sobretudo, no plano das relações políticos institucionais, inclusive naquelas de caráter bem sensível que contrapõem o Estado e o cidadão, quando este sempre perde, sempre paga a conta, sempre é submetido a toda sorte de humilhação e vilipêndios à sua dignidade, que redundam numa quase anulação de seu status de cidadania.

Na época da ditadura militar os generais costumavam falar que respeitariam o resultado das urnas, que cumpririam a Constituição etc., como se isso não fosse o seu dever. E não apenas eles, mas muitos outros segmentos da sociedade brasileira incorporaram esse olhar autoritário, seja nas relações de trabalho, no lar ou na esfera política. Como se a alteridade em si fosse uma ofensa somente porque não é mero reflexo do eu; o outro é sempre visto como perspectiva de confronto, nunca como a possibilidade da convivência, da cooperação e da construção solidária de um novo porvir. Útil mesmo é pensar, sim, como o pensador Bernanos: “Les autres, hélas! c’est nous”. Os outros, ah! somos nós.

Tem-se no ambiente da política um terreno fertilíssimo para experimentos autoritários, sejam acidentais ou cunho permanente. Essa cultura autoritária medra com inusitado ímpeto na esfera dos partidos políticos, apesar da visão associativista que esses entes ganharam no texto constitucional (art. 17, caput), quando diz que  “é livre a criação, fusão, incorporação e extinção de partidos políticos (...)”. Assim, antes de ser considerado como o grande vetor das demandas políticas das sociedades contemporâneas, ao partido coube ser o biombo a ocultar as traquinagens  das elites brasileiras,  sempre e sempre, ademais da marca autoritária que preside as relações políticas que se travam no seu interior, agravada pela existência  do “caciquismo” de feição populista, ou pela apropriação das máquinas partidárias por oligarquias cuja dominação somente é possível pela força do clientelismo, pela distribuição de benesses às custas, em geral, do Erário Público. Em ambos o resultado é desastroso, porquanto somente serve para anular, diminuir e desmoralizar os partidos políticos e as instituições em geral.

   É possível um caminho inverso? Sim, os partido políticos, no Brasil, podem  (e devem) se construir como entes cujos controles se vinculem mais às decisões colegiadas da maioria do que à vontade (quase) soberana do chefete de plantão. Partidos não podem ter donos nem patrões. Com efeito, no Estado Democrático de Direito inaugurado pela Carta de 1988, não há mais lugar essas estruturas arcaicas de legitimação do poder que teimam na manutenção nostálgica desse modus autoritário de perceber a realidade e de nela intervir. Felizmente já passou esse tempo.

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Postado às 19:24 horas

11
Abr

Lei Kiko Santos de Fomento à cultura


LEI PROPOSTA PELO PROFESSOR FRANCISCO CARLOS TORNARÁ OBRIGATÓRIO O PRÊMIO FOMENTO DE APOIO À CULTURA.


Na última segunda-feira, 07/04, o vereador licenciado, Professor Francisco Carlos se reuniu com a classe artística mossoroense para discutir a Lei de Fomento a Cultura. O encontro aconteceu na Estação das Artes e contou com a presença de representantes de várias áreas do movimento cultural. O Prêmio apresenta importante iniciativa para a cultura de Mossoró e passará a ser denominado “Prêmio Fomento de Apoio a Cultura Kiko Santos”, garantindo recursos para a montagem de espetáculos e outras iniciativas culturais.
Segundo o vereador, o prêmio fomento já existia. No entanto, houve anos em que não foi lançado nenhum edital. Também não havia calendário fixo de lançamento do edital e pagamento do valor da premiação, o que o impedia o planejamento dos grupos artísticos e das pessoas interessadas em apresentar projetos. Agora, esse problema também fica resolvido.
Com a lei, a Prefeitura Municipal vai institucionalizar o Prêmio Fomento para apoiar a produção e difusão da cultura mossoroense mediante seleção pública e anual de projetos nas áreas de teatro, dança, música, literatura, artes plásticas e áudio visual. A cada ano, uma área não especificada pela lei poderá ser contemplada. A escolha acontecerá à critério da Secretaria Municipal de Cultura, após ouvido o Conselho Municipal de Cultura.
A iniciativa também resgata a memória de Kiko Santos, membro do antigo Teatro Escola Amadores de Mossoró e uma das maiores expressões dessa arte em nossa cidade. O Professor declarou: “mesmo licenciado, para cuidar da minha formação, não abandonei a luta política em defesa de Mossoró. Tenho várias iniciativas dirigidas ao setor cultural e o fomento a cultura reforça nossa determinação em apoiar e valorizar as artes e a cultura local. Precisávamos também reconhecer e fazer justiça ao trabalho e arte de Kiko Santos”.
O Prêmio Fomento começará com investimento anual de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais), que deverá ser reajustada anualmente, podendo concorrer pessoas de natureza Física e Jurídica sem fins lucrativos, residentes no município de Mossoró.

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Postado às 12:25 horas

11
Abr

A verdade


Infeliz, lamentável, mas que precisa ser dita. Larissa e Cláudia continuam promovendo, ou tentando, a instabilidade. Ninguém merece...

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Postado às 10:42 horas

11
Abr

Quero declinar


Meu respeito, já público e notório, por Cláudia Regina.Compreendo sua situação. Fui e sou solidário a ela, nessa cruel, insana, perversa, maldita perseguição que não vitimou somente a ela, mas a todos nós. Dentro das minhas enormes limitações e com mais essa lição aprendida, vou usa-la para continuar combatendo os métodos que a atingiram, jamais usa-los em proveito eleitoral, via filigranas jurídicas. Se agir ao contrário, estaria seguindo, seria um discípulo do mal, do ruim, do imprestável. Como parar de combater um erro, se passo a comete-lo? Não, não vou fazer isso. Não seria digno.E, além da questão ética, coerente, não entendo porque esse pedido de impugnação a Silveira Junior, se ele nunca moveu uma ação contra ela, contra nós? Qualquer um, dos 21 vereadores, em estando Presidente da Câmara poderia está lá, na cadeira de prefeito. Silveira não fez campanha, nem pediu para ser prefeito. Ele concluiu muitos dos projetos que Cláudia não conseguiu. A UPA do BH é o exemplo maior disso. Gente, entenda, Silveira Junior não foi quem colocou essa "camisa de força" em Cláudia Regina, Foi Sandra Rosado e o grupo dela. Ora que besteira mais besta! O adversário do "rosalbismo", do "BEM, como dizemos é o "sandrismo", não Silveira Junior.E não vai ser por isso, já aviso, que ficarei contra a administração interina ou contra a candidatura de quem a está - muito bem - comandando. Por esse motivo e atraído por essas "argumentações", decididamente, não!

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Postado às 09:41 horas

11
Abr

Não se enganem


Nós "rosalbistas", estamos sempre aonde Rosalba se encontra ou esperando ela chegar. E, por ela, todos esperamos pacientemente, prazeirosamente.

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Postado às 09:32 horas

11
Abr

A minha salvação


De todos os dias, é ler o blog do Tio Colorau, editado pelo meu amigo Erasmo Firmino, o Oficial, não o Coronel. Pois bem. Hoje aprendi muito sobre inelegibilidades e, pasmem, sobre o que fazer depois de ser beijado na boca. Eu nunca havia pensado nisso antes. Não sabia da existência de regras, porra! As poucas, raras vezes que isso aconteceu, simplesmente...disparei, acionei, o já ativado (pelo beijo) detonador... e pimba! Não, peraí. Não é pra ser assim. Segundo o Colorau, um contumaz beijador e beijado, voce tem que alisar os cabelos da mulher, acariciar o seu rosto e até beijar no cangote, mas fazer isso tudo com cara de mal pois... não pode rir! De jeito nenhum.! Em nenhuma hipótese, sob nenhuma circunstancia. Está explicado porque, apesar de ter a língua grande, dizem eu beijo mal. É que as mulheres me fazem feliz e quando estou feliz, rio, abro um sorriso e, até dou uma gargalhada. Aí me vem o Colorau com essa, logo agora que estou reaprendendo a arte de rir. Dá pra abrir uma exceção Colorau? Estou precisando... e tenho, todos sabem, cara de mal. Arre lá!

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Postado às 08:57 horas

10
Abr

Só perguntando


Voces notaram que os "argumentos" apresentados hoje por Cláudia Regina são os mesmos aos usados por Larissa, contra ela? Que virada....

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Postado às 18:45 horas

10
Abr

De telefonema


Rápido: "Thurbay a vingança é porque ele (Silveira) fez tudo o que ela (Cláudia) só falou ! Click, desligou...

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Postado às 18:38 horas

10
Abr

Desconheço a autoria


O desespero é o suicídio do coração.

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Postado às 18:31 horas

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