30
Out

Ufa!


Com a eleição de hoje do Presidente da Câmara Municipal de Mossoró, encerra-se  esse "interminável" ciclo de eleições. Tivemos a Suplementar, dois turnos das "gerais"e, agora, a de Presidente do Legislativo. O prefeito Silveira Junior foi o grande vitorioso em todas elas. Na Eleição Suplementar, obteve uma maioria histórica. No Primeiro Turno, os candidatos por ele apoiado, nas chamadas "proporcionais" foram eleitos e elegeu a senadora Fátima Bezerra. Mossoró foi decisiva para a realização do Segundo Turno e determinante na vitória de Robinson Faria, portanto, vitórias de Silveira Junior. Com a eleição, hoje, do vereador Jório Nogueira, filiado ao partido do prefeito, fecham-se os ciclos com Silveira Junior vitorioso em todos eles. Fica o registro.   

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Postado às 21:10 horas

30
Out

Entrega de leite arrecadado no Rosa Bike será nesta quinta-feira


A Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), através da Diretoria de Desenvolvimento Social (DIRDES) realiza nesta quinta-feira (30), às 9h, a entrega do leite arrecadado no Rosa Bike, evento realizado no último dia 19, com o objetivo de chamar a atenção dàs mulheres mossoroenses para a importância do auto-exame e diagnóstico precoce do Câncer de Mama.

Foram arrecadadas 294 latas de leite em pó, que serão doadas à Associação de Apoio aos Pacientes de Câncer de Mossoró e Região (AAPCMR).

O Rosa Bike faz parte do projeto UERN em Movimento, que inclui também a Marcha Azul, a ser realizada no dia 9 de novembro, com o objetivo de chamar a atenção dos homens para a prevenção e diagnóstico precoce do Câncer de Próstata. As inscrições para a Marcha Azul estão abertas e podem ser feitas na Pró-reitoria de Extensão da UERN e no Ginásio Pedro Ciarlini, sendo necessário apenas dois quilos de alimento não-perecível que também será doado à AAPCMR.

“Tivemos uma boa participação do público. Nosso objetivo era conscientizar sobre a prevenção do câncer de mama neste mês do outubro rosa. Agora vamos realizar a entrega do leite arrecadado a instituição de caridade”, destaca Lígia Guerra, Diretora da DIRDES.

O UERN em Movimento é uma iniciativa da Pró-Reitoria de Extensão da UERN, através da Diretoria de Desenvolvimento Social, com o apoio da Prefeitura de Mossoró, e diversos parceiros.

Assessoria

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Postado às 10:33 horas

28
Out

Uma nova eleição


Após a Suplementar e os dois Turnos, começa a acontecer em Mossoró. Nos corredores do Palácio Rodolfo Fernandes e nos bastidores políticos, já se "esquenta" a escolha do novo Presidente do Legislativo mossoroense. O consenso, sentido, é que o processo seja ágil, rápido  e breve.

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Postado às 18:08 horas

28
Out

Maia Pinto,


Mossoroense, jornalista, poeta, intelectual, foi muito amigo e Assessor do Ex Governador Aluizio Alves.  Bom, eleito, Aluizio chamou Maia Pinto e lhe ofereceu vários e importantes cargos.  A medida que o governador ia lhe oferecendo os cargos, num crescente de importância e salários, Maia os ia recusando. Aí chegou em um ponto que Aluizio não tinha mais nenhum cargo a oferecer, havia chegado ao "top dos tops". O governador, então, encarou o amigo e lhe disse: "Maia Pinto, o que voce está querendo é sentar-se nessa cadeira aqui ( a de governador) e essa, meu amigo, eu não lhe dou não..." 

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Postado às 15:59 horas

28
Out

"Trancredeando"


Durante a "Campanha Pra Diretas Já", liderada pelo saudoso Tancredo Neves, o Dr. Dornelles  era o Secretário Executivo da Campanha e, em uma solenidade, presenciou um tal de Dr. Odilon distribuindo cartões de apresentações como"Secretário Executivo" da  campanha o que, evidentemente, aborreceu o Dr Dornelles. Chegando ao hotel, resolveu abordar o Dr Tancredo e dizer-lhe do seu constrangimento. Segundo relatou, encontrou o Dr. Tancredo, sozinho, assistindo televisão. Dornelles, narrou o episódio, confessou seu aborrecimento e Tancredo, impassível, perguntou-lhe: "Dornelles, voce é o Secretário Executivo, está feliz em ser?" Dornelles respondeu que sim. Então Tancredo Neves, lhe disse: "então continue... e deixe o Odilon ser feliz, também, distribuindo os cartões dele". O prefeito Silveira Junior sabe, Mossoró inteira sabe, o Estado do RN inteiro sabe que foi o prefeito quem liderou a campanha vitoriosa de Robinson Faria, e está muito feliz com isso. Então, o que vale outros dizerem que foram eles que deram a vitória a Robinson?  Que sintam-se, também, felizes... DIZENDO...  

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Postado às 12:54 horas

28
Out

Com as férias


Adiadas para início no dia 04 e reduzidas, volto dia 16, o jeito é trabalhar, né? Vamos lá.

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Postado às 12:49 horas

27
Out

Interrompendo


Minhas "férias", antes mesmo de começa-las. É que nota-se um "movimento" para furtar do prefeito Silveira Junior o mérito da vitória, que foi do povo de Mossoró, LIDERADO por ele, o prefeito Silveira Junior. Não,nem vou me alongar nesse assunto, pela ridicularia com que ele se apresenta. Silveira foi o grande líder em TODA essa jornada. Do começo ao fim, sem nenhum hiato, sem nenhum intervalo. Se não querem deglutir, façam o favor: ENGULAM!

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Postado às 22:18 horas

26
Out

Ganhamos!


Em todos os Turnos, com TODOS os candidatos. Em Mossoró, o prefeito Silveira Junior foi o grande vencedor e o responsável direto por nossas consecutivas vitórias. Façam suas análises  e"análises". Eu vou sair de férias mas, prometo ler todas, quando retornar. Não costumo comemorar vitórias, já são tantas... que cansei. De leve.

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Postado às 19:34 horas

25
Out

Fernanda Magalhães


Sábado é o primo pobre da semana. Preguiçoso, acorda tarde, irritado. Sábado é a nossa vergonha sendo substituida pela ressaca.

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Postado às 11:11 horas

25
Out

DOIS BRASIS


Paulo Afonso Linhares

É intensa a guerrilha dos jovens eleitores nas mídias sociais, partidários de Dilma Rousseff ou de Aécio Neves, numa faina diuturna e repetitiva em que não faltam desde algumas tiradas de bom humor até os raivosos, virulentos e agressivos ataques aos candidatos, seus apoiadores e instituições a eles vinculadas. Em sua maioria, são jovens entre dezoito e vinte e cinco anos. Sem trocadilhos, nessa faixa de idade são comuns as necedades, os arroubos e os discutidos tanto na linguagem quanto tocante às regras da boa educação. Ressalte-se, porém, que, em razão de um feixe de complexos fatores sociais, políticos e econômicos, um clima eletrizante tomou de conta do segundo turno da eleição presidencial de 2014, disputada por Dilma Rousseff como representante de um conjunto de forças de centro-esquerda, de um lado, e por Aécio Neves, que capitaneia enorme bloco político de centro-direita, impondo  à cena política uma dinâmica inusitada de um renhido confronto político e ideológico que tem plasmado a atenção da sociedade brasileira como um todo, não apenas de sua juventude.

São dois Brasis que se confrontam, ou melhor, os dois esboços dos projetos de Estado-nação construídos    depois da implantação da ordem constitucional de 1988, um como tradução do rearranjo feito pelas elites no rumo da modernidade, tendo como pano de fundo a hegemonia de uma ampla aliança de forças conservadoras, porém, sob a liderança de um partido político talhado nos moldes da social-democracia europeia. Assim, coube ao Partido da Social-Democracia Brasileira - PSDB, representar este papel, eis que nasceu sob os auspícios de algumas das lideranças políticas mais expressivas da oposição à Ditadura Militar, a exemplo de André Franco Montoro, Mário Covas, Fernando Henrique Cardoso, José Richa, José Serra etc.

O outro foi traçado partir da junção do que restou das forças de esquerdas destroçadas no enfrentamento militar contra a Ditadura (1964-1985), dos movimentos sociais ligados à Igreja Católica (as comunidades eclesiais de base) e o vigoroso movimento sindical do ABC paulista que resultou da superação das estruturas do sindicalismo pelego implantadas há sete décadas, tendo como acontecimento mais relevante a fundação do Partido dos Trabalhadores, na mesma linha do Bloco Operário e Camponês que, em 1928, participou com algum sucesso das eleições do antigo Distrito Federal, diante da constatação de que “jamais o eleitorado operário do Brasil participou de uma campanha eleitoral nacional com força própria, como classe independente, apresentando um programa de reivindicações ditadas por seus interesses e aspirações da classe”. Aliás, nos documentos de fundação do PT, notadamente no seu Manifesto, aprovado em 10 de fevereiro de 1980, havia transcrições literais daquele produzidos pelo BOC sessenta e oito anos antes, até para desmentir alguns "petecos" quando afirmam desabridamente que foram eles os inventores da participação política dos trabalhadores e camponeses do Brasil.

Esses dois projetos políticos que até nem eram assim tão antagônicos (o PSDB de centro-esquerda e o PT de esquerda) quando surgiram por volta de 1980, sofreram consideráveis mutações político-ideológicas após assumiram a presidência da República (o PSDB por duas vezes com FHC e o PT por três vezes, com Lula e Dilma), ditadas pelas exigências de governabilidade, isto é, as alianças que tiveram de celebrar, geralmente com partidos fisiológicos e conservadores, quando não extremamente viciados e corruptos, em variadas intensidades, fizeram com que o PSDB fosse deslocado para o centro-direita e o PT para o centro, esquerda. Enfim, posto que tenham mudado de posição no espectro ideológico-político, ainda se mantém próximos. A prova disto está ainda presente nas retinas desta nação: um jovem e impetuoso Lula, líder sindical, a pedir votos nas portas de fábricas para um igualmente jovem e elegante professor universitário, Fernando Henrique Cardoso, candidato a senador por São Paulo, nos anos '80. Se querem outro ponto de contato entre esses partidos, lá vai: vários dos formuladores do "Mensalão" do PT fizeram idêntico trabalho anteriormente para o PSDB; a única diferença foi que os "mensaleiros" (culpados ou não) do PT foram para a cadeia e todos os "mensaleiros" tucanos (mesmo que claramente culpados) continuam a voar lépidos e fagueiros pelos céus destes brasis.

O embate presidencial deste ano 2014 será o sexto entre petistas e tucanos. Por enquanto, o placar está de 3 x 2 em favor dos petistas. O que interessa mesmo é qual desses brasis emergirá das urnas de 26 de outubro. Pelas chispas perfurantes como agulhas que escapam das fráguas em que se transformaram os debates e programas televisivos, é possível  antever que, hoje, são países diferentes: um que seguirá apostando no resgate da secular dívida social e no alargamento dos espaços para o exercício da cidadania e outro, o país dos tucanos, que investe na perspectiva de um desenvolvimento social, econômico, político e cultural baseado na premissa de um mercado forte e conectado ao mundo globalizado. No contexto atual, a primeira opção é menos travosa e mais segura. Por isto, é Dilma de novo.

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Postado às 09:26 horas

24
Out

A hora é agora!


Estamos as vésperas de uma eleição para governador do Estado do Rio Grande do Norte. Um Estado, o nosso, que nas últimas décadas tem sido uma fazenda pouco iluminada pertencente a umas poucas famílias. Fomos propriedade dos Alves ou dos Maia. Nunca foi dado, como agora, uma outra opção. Ou era Alves, ou era Maia. A prova disso é que um dos candidatos ao Governo, é deputado federal há 44 anos...  um Alves, que juntando-se a um Maia, que é Senador há anos, querem consorciar o Estado para eles, agora, incrivelmente, juntos! Juntos, porque perceberam que a "rapadura" estava lhes escapando. Ajudaram a eleger Rosalba e a traíram, pois ela representava uma "ameaça" ao poderio deles. Mas a semente fecundou, começou a florescer e a "ameaça" passou a ser o resultado das urnas, o povo. Então, urgia que se unissem e pariram essa anomalia amoral e imoral do "acordão", que já destruiu as maiores lideranças de Mossoró. Alguém duvida que foi o tal "acordão" que derrotou os Rosado? Alguém duvida que se não fosse a habilidade do prefeito Silveira Junior, Mossoró estaria completamente de fora da política do Rio Grande do Norte? Alguém, em sã consciência, duvida disso? O que ainda está por trás da cassação da prefeita Cláudia Regina, um dia virá à tona...Foi conduzida, sim, foi calculada com cuidados de Estado Maior, a régua e compasso... que não foram usados pelo prefeito Silveira Junior, não. Voltemos à eleição. Depois de amanhã teremos a oportunidade de dizer um basta! Um chega, um deixa pra trás, e vamos em frente. Será que ninguém cansou disso? Em todas as eleições, as mesmas caras, os mesmos discursos, os mesmos senhores, os mesmos patrões? Que povo somos nós? Que povo é esse que lhe é dado a liberdade e prefere o senhorio? A senzala a Casa Grande? A amplitude de campos verdejantes, ao pé do mourão, agrilhoado? Não somos esse povo, não somos essa gente e é chegada a hora de dizer isso, de clamar, de forma pacifica, ordeira, na altivez do voto. Antes da Eleição Suplementar, que elegeu Silveira, ouvíamos muito que "um filho de enfermeiro não podia ser prefeito de Mossoró". Nós o fizemos! Nós pudemos, como agora poderemos dar esse grito de forma mais ampla, mais abrangente. Mossoró, em toda  sua história tem exemplificado a liberdade. Fizemos isso no Primeiro Turno, ecoando por todo o Estado. O patamar hoje ocupado pelo candidato Robinson Faria, deve muito ao efeito tambor propiciado pela saga mossoroense. Demos o exemplo, o que custa repeti-lo? 

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Postado às 16:31 horas

24
Out

O blog


Fará a cobertura deste final de campanha e da eleição. Encerrada, divulgaremos o resultado, e vamos nos permitir uma breve pausa, ameaçando voltar o mais breve que nos for possível.Vamos proceder algumas mudanças no visual, algumas adaptações, mas voltaremos mantendo a mesma linha: o blog é de seus leitores.

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Postado às 14:24 horas

23
Out

O vereador Genivan Vale


Por quem tenho amizade e bem querer, deu-se mal na tentativa, infeliz, de partidarizar a greve dos Servidores Municipais da Saúde. Soube que, hoje, durante a Assembléia que decidiu encerrar o movimento paredista, os servidores chegaram a zombar do vereador. Caiu a ficha... no popular. O papel que cabe ao vereador - qualquer um dos vinte e um- é, em momentos como esse, mediar. Servir de "ponte" ao diálogo, à negociação, ao entendimento. Jamais incitar, instigar, acirrar e, sobretudo, partidarizar. Longe de mim, que fique bem claro, dizer ao vereador Genivan Vale o que ele deve fazer do seu mandato...Eu edito um Blog que tem responsabilidade com seus leitores e, em decorrência, com a cidade de Mossoró, que é a minha cidade.Nada pessoal, com o vereador. Mas, superada a infelicidade do edil que foi, segundo me informam, estimulado pelo "blogueiro" Carlos Santos, esse, sim, um mal caráter de prontuário vastíssimo, que o episódio sirva de lição aos demais integrantes da honrosa e honrada Câmara Municipal: em casos similares, vistam a gloriosa farda dos bombeiros, não tentem acender a tocha incendiária da discórdia, da divergência, do confronto. Doravante, lembre-se de Genivan Vale que é uma figura simpaticíssima, que faz rir, sem precisar cair na jocosidade.. De nada!  

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Postado às 19:28 horas

23
Out

O danado


É ninguém ter se acostumado. Em todas as campanhas, todos os candidatos prometem, simplesmente, tudo! Apontem um candidato - exceção feita a Tiririca - que não tenha "propostas", "soluções", "alternativas" "milagres?" Todos, menos o "abestalhado. Pessoalmente, aceito com naturalidade. Faz parte. Como da minha, não acreditar. E, se o sujeito, está na vida pública há 44 anos, ele deveria conjugar o verbo no passado, tipo: "fiz isso, eu fiz aquilo", nera não?  Aí, depois desse tempo todo, me vem com promessas? Dá, não, viu?

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Postado às 19:08 horas

23
Out

Prevaleceu


O bom senso, a responsabilidade, o compromisso sério para com a população, e a greve dos Servidores Municipais da Saúde, terminou, após a Administração Municipal, haver atendido, dentro de suas limitações, a maioria dos pleitos reivindicados. Frustada, portanto, a tentativa nociva de partidarizar o movimento. Felizmente.  

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Postado às 18:53 horas

23
Out

A mega sena eleitoral


Tenho a informação - à apurar - de que em 48 horas, 56 pesquisas foram registradas no Tribunal Regional Eleitoral. É brincadeira, viu? Essas pesquisas, me perdoem, só podem ter o objetivo de confundir o eleitorado. Felizmente, a cada dia, caem no descredito e caminha celeremente para a jocosidade. Ainda está bem viva na memória dos eleitores as "pesquisas" que "elegeram Larissa Rosado, prefeita de Mossoró. Agora, pelo visto, virou mercadoria de consumo. Existem pesquisas para todos os gostos e desgostos e de preços variadíssimos. Se o número de Registros, nesse tempo recorde, tiver procedência, estamos vivendo um período de liquidação...pre falência. Arre lá! 

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Postado às 18:38 horas

22
Out

Pegos na má intenção...


A respeito da matéria veiculada no "blog" do Carlos Santos com informações do vereador Genivan Vale, que trás o seguinte título: "Remanejamento prejudica saúde de Mossoró". Verifica-se no JOM (Jornal Oficial de Mossoró) que realmente houve um remanejamento de recursos reduzindo o quantun de R$ 850.000,00 (oitocentos e cinquenta mil reais) do Fundo municipal de Saúde e suplementando a Secretaria de Serviços Urbanos, ocorre que, no mesmo JOM, datado de 10 de outubro de 2014, sob o número do decreto 4.396, de 02 de outubro de 2014, foi feita uma suplementação para o Fundo Municipal de Saúde no valor de R$ 2.159.000,00 (DOIS MILHÕES, CENTO E CINQUENTA  NOVE MIL REAIS), recursos que foram reduzidos de todas as unidades orçamentárias da prefeitura de Mossoró para aplicação na saúde. Vale salientar que esses remanejamentos- PARA BENEFICIAR A SAÚDE - foram feitos em todas as Secretarias, inclusive o Gabinete do Prefeito. Por que não disseram isso? A verdade? Por que "esconderam" a suplementação de mais de DOIS MILHÕES DE REAIS? Aí, quando caem em descredito total, quando são pegos, COMO AGORA, agindo de má fé, distorcendo, mentindo,, acham ruim quando os mando pruma porra. Digam a verdade, noticiem o fato, os números, não tentem iludir, enganar o povo, pois hoje o acesso as informações é muito fácil e qualquer um pode - e deve- desmascara-los. Vão dizer o que agora? Que é mentira do blog? Vão aprender a trabalhar...

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Postado às 12:12 horas

22
Out

Jean-Jacques Rousseau


A falsidade é susceptível de uma infinidade de combinações; mas a verdade só tem uma maneira de ser.

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Postado às 10:35 horas

21
Out

A greve


Dos servidores municipais da Saúde, após o prefeito Silveira Junior ter acatado e aprovado oito das quatorze reivindicações apresentadas, caminhava para um final que contentava a todos e devolvia à população mossoroense a prestação dos serviços essenciais à vida. A greve nesse setor, o da Saúde, tem significado, importância e consequências ímpares de vez que trata-se de um segmento vital. Daí ser imprescindível uma atenção muito especial, como a essa (greve) foi dada pelas partes DIRETAMENTE envolvidas, ou seja, o Executivo Municipal e os Servidores da área. Após negociações, discussões, entendimentos, chegava-se, como disse acima, a um denominador comum, mas... eis que de repente, não se  sabe a troco de que, no final da Assembléia, que iria encerrar o movimento, apresenta-se o vereador Genivan Vale, com um discurso eminentemente político/partidário, incita a continuação do movimento paredista - tirando-lhe toda a legitimidade-  colocando, agora, em confronto essencialmente político, Servidores e  Executivo Municipal. A atitude do edil é contrária a liturgia de sua função, que lhe impõe a mediação e, em nenhuma circunstancia, o acirramento. Infeliz, para não adjetivar como condenável, a atitude demagógica, casuísta e oportunista do vereador. Agudizou o problema, prejudicou a população, e "roubou" do movimento a sua legalidade. Resta aos sindicalistas de fato, aos Servidores sérios, honrados e comprometidos com a população , reavaliarem a decisão instigada pelo vereador e, em consenso com o prefeito ( que acatou suas reivindicações), devolverem à sociedade mossoroense a normalidade dos serviços que a ela prestam com dedicação admirável.Ao vereador, pela infelicidade acometida, o julgamento no próximo pleito, em 2016. P.S. Tomo conhecimento de que a maioria dos servidores municipais da Saúde começam a retornar às sua atividades a partir de amanhã. Em acontecendo será uma demonstração de maturidade e de responsabilidade. Mossoró agradecerá.

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Postado às 21:41 horas

21
Out

Confrontos


E medições de força, não levam a um denominador comum. No caso da greve dos servidores municipais da saúde, que estava prestes a ter um fim conciliado, está caminhando para o impasse. Lamentável. Segundo consta, o Executivo Municipal atendeu a oito, de quatorze, das reivindicações apresentadas, comprometendo-se  analisar as demais. Quem está partindo para o confronto? Quem arcará com suas consequências? Quem prestará contas ao povo, prejudicado pela falta do essencial serviço? A continuidade da greve foi incitada por "razões" essencialmente, intrinsecamente, político/partidária e já perdeu grande parte de sua densidade, já enfraqueceu, pois o bom senso e o nível de politização dos grevistas não lhes permite servir de massa de manobra a que, claramente, foi exposta na manhã de hoje. Aguardemos.

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Postado às 15:17 horas

21
Out

Só perguntando


Como uma greve não adquire conotações ou mesmo a essência politico/partidária, quando é um vereador que dita e conduz a pauta da Assembleia dos grevistas? E que grevista merece isenção se deixa-se conduzir por um político? Volto ao assunto.

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Postado às 15:08 horas

21
Out

Até quando?


Qual o limite do bom senso? Qual a prerrogativa máxima de quem detém um cargo público? Acredito eu que deva ser o bem comum. Que deva ser a máxima proteção da sociedade em detrimento a qualquer outra razão que diminua essa responsabilidade que é cuidar sempre dos mais necessitados. Pois bem, recebi informações que na Assembleia dos servidores da saúde para se avaliar a contraproposta enviada pela prefeitura, o clima caminhava para o entendimento, para o termino da greve, no entanto, uma voz surgiu e foi decisiva para a manutenção da parada, que já penaliza a população há cerca de 40 dias. Essa voz, segundo relatos, foi incisiva na proposta de manter o movimento paredista. Ainda segundo as informações que me chegam ficou claro o cunho político partidário do movimento empunhado pelo orador. Fico aqui cá com os meus botões... Será que a  categoria de nível tão elevado, tão importante, de discernimento tão apurado estaria sendo usada para fins eleitoreiros? Apuremos então os fatos que se avizinham, pois o burburinho que estamos tendo conhecimento dão conta que o movimento está se entendendo com o município e, deixemos que o povo e tão somente o povo, possa ser o maior beneficiado.

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Postado às 14:10 horas

20
Out

Henrique perde tempo


E está perdendo a eleição por falta de um simples aviso: digam pra ele que Rosalba não é candidata a cargo algum... e que é feio cuspir no prato que se comeu.

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Postado às 22:08 horas

17
Out

INCOMPATIBILIDADES ORNITOLÓGICAS


Paulo Afonso Linhares

O desejo confessado da candidata Marina Silva de quebrar a polarização de PT vs PSDB, já vintenária na política brasileira, com duas eleições presidenciais ganhas pelos tucanos e três pelos petistas, está diferido para outro momento que dificilmente ela própria terá oportunidade de vivenciar enquanto protagonista de eleição presidencial.  Fato é que, passada a natural comoção do eleitorado pela prematura e trágica morte de Eduardo Campos, os índices de aceitação da candidata do PSDB voltaram para o nível dos votos que obtivera há quatro anos, ou seja, aproximadamente na casa dos 20 milhões. Claro, uma alentada votação, porém, insuficiente para catapultá-la ao segundo turno do pleito eleitoral para o cargo máximo da República. A peleja ficou mesmo entre petistas e tucanos, ou como uns e outros se tratam pejorativamente, mais um confronto de petralhas e tucanalhas, com os respectivos partidos aliados de variadas feições políticas e ideológicas. Digam-se, en passant, indigestas "saladas" ideológicas, de lado a lado.

Aécio ou Dilma? O que as urnas de 26 de outubro de 2014 dirão ainda é insondável mistérios, a despeito das adesões significativas que os tucanos receberam dos candidatos e partidos que sucumbiram no primeiro turno, inclusive a de  Marina Silva e do seu partido-barriga-de-aluguel, o PSB. Ressalte-se que a ala mais à esquerda do PSB, capitaneada pelo cearense Roberto Átila  Amaral Vieira, até então presidente interino desse partido de longa tradição no campo do socialismo democrático brasileiro, resolveu cerrar fileiras com a candidatura petista.

Contudo, o segmento peessebista mais ligado à família Arraes, nitidamente de centro para centro-direita e, portanto, bem aproximado do PSDB, resolveu apoiar a candidatura de Aécio Neves, a partir da víúva e outros familiares do falecido ex-governador Eduardo Campos, além do eleito governador de Pernambuco, Paulo Câmara, o mais bem votado do Brasil (obteve 68% dos votos válidos em seu Estado). Especula-se, a partir de então: qual teria sido a posição de Eduardo Campos ou mesmo do ícone maior da política pernambucana. Miguel Arraes? Difícil saber, embora algumas pistas existam.

Ora, vale lembrar que  nos seus oito anos de governo o ex-presidente Lula carreou enormes e definitivos empreendimentos que garantiram a Pernambuco, sua terra natal, um crescimento econômico maior do que o chinês. No governo Dilma as torneiras se mantiveram abertas para Pernambuco, posto que numa "vazão" bem menor de recursos. Agora, pouco importa o que pensariam aqueles: o fato é que o PSB rachou de cima a baixo (os candidatos aos governos da Paraíba, Ricardo Coutinho, e do Amapá, Camilo Capiberibe, ambos do PSB, que disputam acirradas eleição de segundo turno, resolveram ficar com a candidatura Dilma, a exemplo de Roberto Amaral) e resta saber apenas quem ficará com o maior pedaço, se tucanos ou petistas. Será surpresa um resultado na base do meio a meio.

Interessante frisar que aquela Paloma desenhada por Pablo Picasso é o símbolo do PSB. Meio atordoada, a pombinha peessebista se divide entre tucanos e petistas. Ressalte-se que a posição de Roberto Amaral, nesse imbroglio eleitoral, não poderia ser diferente, a tirar pelo que escreveu em artigo publicado na Carta Capital de 24 de setembro de 2012: "A classe dominante (...) conhece seus objetivos e sabe escolher os adversários segundo a ‘periculosidade’ que atribui a cada um. Uns são adversários passageiros, ocasionais, outros são inimigos históricos, que cumpre o quanto antes eliminar [...]. Lula, considere-se ele intimamente de esquerda ou não, socialista ou não, é, independentemente de sua vontade, esse inimigo fundamental: de extração operária (daí, contrário senso, a boa vontade da classe média com Dilma, pois não vem do andar de baixo) está, no campo da esquerda, no campo popular e no campo das lutas sociais. Para além, portanto, das reivindicações econômicas do sindicalismo, quando chegou a encantar certos setores da burguesia que nele viam então apenas uma alternativa sindical aos cartéis do ‘peleguismo’, dóceis, e do que restava de varguismo e comunismo".

Se dúvida, assim pensando Amaral não poderia jamais ficar confortável no ninho dos tucanos. E bateu asas, na companhia de Ricardo Coutinho e Camilo Capiberibe, certamente por incompatibilidades que transcendem os marcos da mera ornitologia. Enquanto isso, as tantas espécies de viúvas de Eduardo Campos, ao contrário,  apostam todas as suas fichas no triunfal retorno do tucanato ao Palácio do Planalto.  Aguarde-se, pois, a próxima fala das urnas, para saber quem está com a razão.

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Postado às 17:20 horas

17
Out

É consenso


Que o "acordão" aplicado por Henrique derrotou importantes lideranças mossoroenses. Tenho conversado com eleitores de todos os grupos e todos atribuem a Henrique " que pensou só nele próprio" o resultado da eleição. Fora desse contexto, em paralelo, há um reconhecimento da importância consolidada pelo prefeito Silveira Junior, no processo político eleitoral de Mossoró. A habilidade do jovem prefeito, a maneira como tem conduzido a administração municipal e se portado ante as lides políticas, tem sido destaque nessas conversações. Não paira a menor das dúvidas que o prefeito está robustecido, muito fortalecido popularmente, e perante a classe média, formadora de opinião. Silveira não é mais uma liderança que emerge no cenário político mossoroense, mas que se sedimenta. É evidente e notado, observado, que uma eleição após outra, tem, de certa forma, dificultado a administração municipal, em que pese os esforços pessoais do prefeito e suas determinações, enquanto gestor, para separar "águas". A grande  e desejada expectativa é que, passado esse período eleitoral - que lhe será, com certeza, favorável - , Silveira possa dar continuidade a inovada administração por ele implantada. Impossível não enxergar que hoje já somos uma "outra" Mossoró. Os resultados da eleição Eleição Suplementar e desse Primeiro Turno são atestados, declarações irrefutáveis, de quebra de "tabus" e de aprovação maciça à Silveira Junior. 

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Postado às 17:06 horas

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