COMENTÁRIOS:
amanda
15/01/2012 - 09:35 hs
o que me enoja, são q uma parte dos beneficiados são pessoas ligadas a prefeitura, até "chefe de setor" da secretaria (ver bolsa familia) isso q é descaso, pois outros q seriam prioridade ficaram de fora.
Paulo Roberto Filho
14/01/2012 - 18:30 hs
Everton e daniel, façam também a conta da isenção fiscal para construtoras e distribuidoras de material de construção, além da isenção de iptu para 802 casas por 10 anos. isso dá milhões de reais dos quais a pmm abriu mão para viabilizar o projeto. deixem de ser hipócrita. quem determina a contrapartida é o governo, não a prefeitura. críticas justas tudo bem, mas vocês se fazem de doidos pra melhor passar, palhaçada essa postura infantil.
Everton Carlos da Costa Cardoso
14/01/2012 - 11:10 hs
Realmente, Daniel. Essa gorjeta de 230 mil Reais representa apenas 0,79% dos 29 milhões de Reais da obra. Menos de 1%, meus amigos. É muito pouco para uma Prefeitura que arrecada mais de 500 milhões de Reais por ano.
Daniel Dantas
14/01/2012 - 10:34 hs
Nossa em uma obra de 29 milhões a prefeitura entrou com s " gorjeta" de 230 mil? Será que chegou a quebrar os cofres da prefeitura? Enquanto isso tem secretario ds prefeitura comprando cobertura em Natal e ancorando barcos na praia de Caraubas. O dinheiro para render esse do município.
Pedro Neto
14/01/2012 - 09:52 hs
Já que todos discutem e ninguém fala em números e dados, hei-los: O projeto do residencial Monsenhor Américo Simonetti foi feito EM PARCERIA pela CEF e PMM através do projeto MINHA CASA, MINHA VIDA, para beneficiar mutuários de baixa renda. O valor total do projeto foi de mais de R$ 29 milhões. A PMM entrou com uma contrapartida financeira de R$ 230 mil, além de dar isenção fiscal às construtoras, aos fornecedores de material de construção e isençãode IPTU para os mutuários beneficiados. Sem essa essencial colaboração da PMM o projeto não seria aprovado ou realizado, como todos sabem, embora alguns gostem de fingir o contrário. Os dados constam em jornais à época da aprovação do projeto (não n'O Mossoroense, incrivelmente), estão nas placas da obra e podem ser solicitados na secretaria responsável por qualquer cidadão. Crítica vazia qualquer um faz. Procurar se informar de verdade ninguém procura, né?
Gilberto Vale
14/01/2012 - 09:30 hs
Agora danou-se. Everton e Daniel, a prefeitura anunciou a obra, inclusive citando a parte financeira que lhe caberia. Então é mentira deles? E aliás, mesmo que não tivesse dinheiro da prefeitura, avendo a tal isenção fiscal que o paulo roberto falou, isso não significaria do mesmojeito que a obra foi em parceria? Não seria essa a parte da prefeitura? eita preula, você não podem uma vez reconhecer um benefício concreto conseguido pela administração?
Só pra corrigir os comentários anteriores, toda obra executada com recursos públicos em múnicipios tem contrapartida por parte da admin municipal. isso é lei, e sem a contrapartida os recursos nem são liberados. duplicação de avenidas, saneamento básico, praça de convivência, corredor cultural, em todos a prefeitura investiu, por menor que seja a contraparte. abraços.
Paulo Roberto Filho
14/01/2012 - 09:08 hs
não estou enganado, Daniel. Trabalho há mais de 20 anos na CEF, e te garanto que esse tipo de projeto, aqui e em todo o Brasil só é executado em parceria, com uma contrapartida do município beneficiado. O gov federal só dá subsídio completo para pessoa física, e se for de baixa renda. a PMM foi parceira, não beneficiária, e entrou com dinheiro na construção do conjunto, isso é fato.
Daniel Dantas
13/01/2012 - 20:07 hs
Paulo Roberto:
Você esta correto quanto aos benefícios fiscais, mais a contrapartida por parte da prefeitura nunca existiu. É uma obra totalmente financiada pelo governo federal,
Paulo Roberto Filho
13/01/2012 - 18:04 hs
Thurbay, acontece que o everton está acostumado ao 'modus operandi' dos patrões dele, que é o de pegar o dinheiro que o governo federal manda pra beneficiar o povo e enfiar no bolso, por isso não entende quando o dinheiro é usado pra seus verdadeiros fins.
De mais a mais, é muita cara de pau a besteira de falar que a prefeitura nada tem a ver com a construção das casas, já que houve uma contrapartida financeira dada pela PMM além de vários benefícios fiscais, como isenção de impostos para construtores e de iptu para beneficiados com o programa. Haja hipocrisia dos sanguessugas e seus babões.
Pior ainda foi Larissa ir lembrar a gestão da mãe, gestão marcada pela maior onda de perseguição política que Mossoró já viu e que terminou com os cofres públicos vazios e os salários dos funcionários municipais com atrasos de até 4 meses, alguns mais que isso. Deus nos proteja da volta daqueles tempos negros.
Daniel Dantas
13/01/2012 - 18:00 hs
Jose Luiz:
O pior dessa história é que os jornalistas azuis querem creditar essa obra ao governo Fafá. Não tem um centavo sequer nem da prefeitura e nem do governo estadual nesse conjunto residencial. A prefeita e a governadora são peritas em querer assumir obras alheias. Veja o exemplo do Aeroporto de São Gonçalo. Veja as obras de saneamento básico em Mossoró.
José Luiz
13/01/2012 - 16:03 hs
Estive ontem na entrega das casas e o que vi foram mentiras deslavadas da prefeita de direito e promessas e mais promessas da governadora de direito.
Perguntem a Fafá qual foi o custo da obra que tenho certeza, se não auxiliada por um assessor, ela não saberá informar.
Ainda bem que no meio do povo não senti que eles areditavam nas lorotas que os gestores ecoavam. Isso foi comprovado pelo tímido aplauso dos presentes.
Outra coisa, 60% dos presentes eram funcionários da prefeitura (efetivos e/ou contratados).
Coisa triste de ver também foi toda aquela festa com casas novinhas sendo entregues e ao lado, vizinho colado, a favela do fio com todas as mazelas que a grande Fafá não conseguiu resolver em seus quase oito anos de mandado. O contraste entre o jeito certo do governo Federal e o jeito "não" certo do governo municipal.