COMENTÁRIOS:
andrey
23/01/2012 - 09:53 hs
eita que a "Chuva de bala" segue com tudo em Mossoró.7ª Morte Violenta em Mossoró em 2012 e contando...
Boca de Pilão
21/01/2012 - 18:49 hs
O Andrey não sabe escrever. Tudo que ele comenta aqui é extraído de outros blogs. Salvo contar os bandidos mortos em Mossoró. Pense num leitor letrado e inteligente. só aprendeu matemática e só sabe contar. Volta pra cartilha sanguessuga quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá quá
andrey
21/01/2012 - 09:38 hs
"PEDE PRA SAIR !!!"
Do jeito que a coisa vai, realmente beira o ridículo esta história - ou estória - de um chefe do executivo ser tentado a sair de sua cadeira só por conta de acomodações políticas e familiares. No caso, uma chefe, como estão querendo fazer com a prefeita Fafá Rosado. Já seria deselegante, quanto mais com uma Senhora.
Como se em um universo de 300 mil pessoas não houvesse um cidadão com capacidade de administrar esta cidade, se não alguém que tenha laços sanguíneos de primeiro grau com quem já está no "trono".
Coisa mesmo de "Republiquetazinha" de quinta categoria, lá das redondezas do Caribe.
Prefiro crer que os que estão encarnando o Capitão Nascimento (aquele do filme Tropa de Elite) e ecoam aos quatro cantos da cidade um "PEDE PRA SAIR!!" direcionado à atual prefeita de Mossoró, a Sra. Maria de Fátima Nogueira, assim o fazem sem um consentimento prévio do comandante demista, ex-deputado Carlos Augusto, marido da atual governadora do RN, Rosalba Ciarlini (DEM)
Exprime mais o que o saudoso "mestre" Nilo Santos classificou um dia de "jornalismo desejoso" e que agora descamba para uma "onda de boato" daquilo que seria uma verdadeira "forçação de barra".
E se for "onda" pode até ser que alguém queira surfar nela. Mas, certamente, ela vai "quebrar" logo à frente.
Uma delas sendo a própria prefeita, aí sim, não teria forma mais melancólica de se terminar um mandato.
De onde já se viu? Se quer ter seu nome na história, a prefeita Fafá Rosado até poderia renunciar, mas em nome de um passo maior dentro da própria política, onde envolvesse uma disputa eleitoral para isso, a exemplo do que fez Wilma de Faria, ao renunciar o cargo de prefeita de Natal - à época ainda com dois anos de mandato a cumprir - e partiu para concorrer, vencer e assumir o Governo do Estado (um cargo maior).
Mas, como está claro, não é este o caso. E nem pode ser, pelo atual calendário eleitoral.
Um outro fator a nos diminuir como cidadão - e até como eleitor que tem o direito de votar e ser votado - , em se mantendo esta tese de renúncia, é o fato de que estaríamos assinando um atestado de incompetência e inapetência para formarmos grupos políticos.
Ora, se um Chico ou uma Cláudia, um José ou uma Maria, não tem serventia para representar um partido em uma chapa e consequentemente um bloco político, ao qual, este partido pertença, onde está mesmo o sentimento de grupo? Não existe o grupo, é isto??
Em caso de afirmativo, aí se explicaria o "PEDE PRA SAIR" tão sonoro, quanto injusto, que se tem ouvido nas esquinas de Mossoró e nos alpendres de Tibau.
Aí Doutor, se não resolver, podem chamar o próprio Capitão Nascimento.
E a questão passa a ser - assumidamente - só de Família. Assim, ficamos logo todos "de fora".
Afinal, em briga de família "ninguém" tem o direito de se meter. Não é mesmo!?
blog do pc
Silveirinha
20/01/2012 - 16:33 hs
Ninguém é obrigado a votar.
andrey
20/01/2012 - 09:44 hs
VERDADE ABSOLUTA
Em política não existe verdade absoluta. Seria esta uma frase pronta e acabada? Para o sempre nublado, portanto indefinido, cenário político de Mossoró, RN, esta frase deveria cair como uma luva perfeita ou, na melhor das hipóteses, quase perfeita. Sim porque esta conclusão, em forma de bifurcação, só por só, já mostra a quase verdade oriunda da referida frase inicial.
Basta observar, por exemplo, a ânsia do velho e persistente grupo/família e seus respectivos subgrupos políticos, cada um com seu modus faciendi, mas todos eles com isonômica voracidade nas atuações e, igualmente, nas perenes ocupações dos espaços/cargos cada vez mais minguados. A divisão em grupos é estratégia para eles e somente eles ocuparem os espaços/cargos com poder de mando. Não há interesse direto em ocupar cargos considerados penduricalhos, segundo e terceiro escalões, por exemplo, já que estes cargos são estrategicamente reservados àqueles que sobrevivem, conscientemente, mediante relação de vassalagem.
Em cada eleição observa-se que o bolo (cargos) está ficando pequeno para um número sempre crescente de pretendentes, via de regra, da mesma família. Afinal, na política mossoroense, não obstante existirem robustas razões, o que é fato é que não existe vontade (necessidade) para se discutir competência: sobrenome é sinônimo de preparo. Eis ai uma frase que mostra uma meia verdade. Não! Em verdade, mostra uma inverdade.
Não me recordo, nem nunca li, quando foi que Mossoró elegeu seus representantes políticos através de eleições que tiveram como pano de fundo uma ampla discussão sobre projetos e compromissos voltados exclusivamente para o crescimento quantitativo e qualitativo de Mossoró. Seria esta uma citação com conotação utópica? Em princípio, pode-se dizer que sim. No entanto, basta contar até cinco (ou seis) para se concluir que não devemos cobri-la com o manto da impossibilidade.
Para tanto, basta observar que às eleições municipais deste ano de 2012, vislumbra-se a possibilidade de existirem três (3) candidaturas ao Poder Executivo postas para o povo de Mossoró se manifestar, a saber: duas (2) candidaturas vinculadas à família citada alhures, e que há mais de sessenta (60) anos detém a hegemonia política do município, e uma terceira candidatura, que tende a ser envolta por forte apelo popular, cujo nascimento se deu nas hostes do Partido dos Trabalhadores (PT).
Sem se deixar levar pelo ímpeto bem assim por manobras de última hora (que quase sempre terminam por dar uma espécie de descaminho às eleições em Mossoró), o eleitor, hoje mais do que nunca, precisa votar analisando a proposta defendida por cada um dos candidatos, sem, no entanto, deixar de vincular cada uma delas às origens e a prática do respectivo candidato, evitando, assim, tardiamente, perceber que fora iludido por uma meia verdade e que vai continuar tudo como dantes no quartel de Abrantes.
(Herbert Mota)
Everton Carlos da Costa Cardoso
20/01/2012 - 08:45 hs
"A Economia continuará sendo a Ciência principal mesmo que não chegue a alimentar-se de ar e vento". (Mihaly Tincsics).