17 de Fevereiro de 2017 Postado às 10:37hs

Aparentemente impassível a esse tsunami de amoralidades que, infelizmente, está caracterizando a atual administração municipal. Não se trata de se ser adversário ou não, da prefeita eleita, trata-se de uma mera questão de moralidade , bom senso e coerência.  A enxurrada de nomeações de parentes, ferindo a lei que próibe o nepotismo, é um problema exclusivamente de competencia do segmento juridicial  que, a mim, me parece, sumiu. Inexplicavelmente silente. As demissões em massa de funcionários cujo único crime foi o de exercerem o direito democrático, optanto, escolhendo em quem deveriam ou não votar. Em Mossoró esse Direito, exercido em todas as democracias do mundo, foi abolido. Impunemente. As transferencias de professores, enfermeiras, médicos, que há anos prestavam serviços em uma comunidade e com ela interagiam, abriu uma chaga social irreparável. Tudo pelo simples fato de não haverem votado na prefeita eleita! A prefeita eleita é a prefeita de todos os mossoroenses e não apenas de seus eleitores. A perseguição implacável a seus adversários políticos é comparável, e eu já disse aqui, a caça dos nazistas a comunidade judia. A ordem é eliminar, erradicar, extinguir. Tudo porque não votaram nela, na prefeita que eleita foi. A impressão que causa e muito fortemente é que a prefeita está se vingando do Rio Grande do Norte, que rejeitou seu governo em percentuais recordes (96%) em toda a História do Brasil. Nenhum gestor jamais atingiu esse patamar de rejeição. Há um detalhe que os ocupantes do Palácio da Resistência precisam atentar. Por mais cruenta, perversa, sádica, que seja a perseguição, o massacre, não conseguirão apagar a História em cujos anais a hoje prefeita figura como a pior governadora, geograficamente do Rio Grande do Norte, politica e administrativamente, do Brasil e em toda a sua História. Prefeita, apesar da omisão da Justiça, do silencio dos bons, Mossoró sobreviverá a sua saga de vingança. Faça do seu mandato uma redoma, encastelhe-se em Mossoró, cerque-se de acólitos, porque voce sabe que não terá guarida em nenhum outro e somos 157. Pessoalmente eu não desejo o seu mal nem o de sua família, e voce conhece, tanto quanto eu, que demonstrações disso, em fatos concretos, documentados, e não muito distantes, isso foi à larga provado. Nós vamos sobreviver a voce. Mossoró é bem maior do que voce imagina.       

16 de Fevereiro de 2017 Postado às 10:21hs

E convenhamos, que essa enxurrada de nomeações é uma patifaria! A sangria mensal - eu disse mensal - do erário, canalizada para familiares da prefeita, segundo consta, ultrapassa os R$ 300 mil e as nomeações, cínica e impunemente, continuam. Um absurdo. Já é passada a hora, sim senhores, de se perguntar por onde anda e o que faz o Ministério Público. Muito bem, então diante disso eu vou me preocupar com a nomeação do Fofão?  

16 de Fevereiro de 2017 Postado às 09:46hs

Durante toda a minha vida profissional, combati - sem muito sucesso - montagens, distorções, inverdades. Durante a administração Francisco Silveira Junior , que defendi e defendo, e somente o tempo irá me dizer se estou errado, era comum esse tipo de coisa objetivando denegrir a administração e a pessoa do prefeito. Tenho visto, nesses dias atuais, coisas semelhantes feitas por alguns dos nossos, que as combatíamos . Tá errado! Não é por aí, como nunca foi! A Comunicação da atual gestão está entregue, sob a responsabilidade de uma colega jornalista de larga experiencia e comprovadadíssima competência, que é a Aglair Abreu, tanto como esteve, nos ultimos meses da administração de Silveira, entregue a Luziaria Machado. Profissionais que jamais permitiram a divulgação desse tipo de coisa, portanto essas palhaçadas, morrem no nascedouro. É procedente as queixas no meio ( imprensa) de que as notícias oriundas da atual administração são "infantis". São, sim. Apesar do "Rosalba sabe, do Rosalba faz e do Rosalba já fez" tentando passar uma imagem de catédra, a verdade é que Rosalba, administrativamente, nunca saiu do jardim de infancia. O jornalista, no caso a Comunicação Oficial da PMM, divulga o fato, infantil ou não. Ele não os cria. Vamos ser mais responsáveis, sérios e objetivos,  porque o "buraco" é bem mais embaixo       

16 de Fevereiro de 2017 Postado às 09:21hs

Do "governo" de Rosalba é o que, presentemente, esta administração está fazendo em Mossoró. Nada além, nada aquém. Muitas viagens à Brasília, anúncios da obtenção de recursos, assinaturas de convênios e resultados práticos, nenhum. Claro que são apenas 46 dias de governo - muito  pouco tempo, admite-se - por isso mesmo totalmente dispensável esse enorme "laboratório" criador de expectativas. A nós nos basta as utopias e promessas vãs discursadas durante a campanha. A administração municipal precisa entender que a hora é de trabalhar, realizar, construir e não de continuar em riba de palanques eleitorais porque em assim procedendo, teremos mais um reprise: o da devolução de recursos ao governo federal por falta de projetos aonde aloca-los. Elementar. Deixem, portanto, o manual do professor Pardal de lado e mãos à obra.

12 de Fevereiro de 2017 Postado às 23:39hs
sábado, 11 fevereiro, 2017 – 06:59 am

NEPOTISMO: PREFEITA DE MOSSORÓ DÁ UMA DE LUKA: “TÔ NEM AÍ”.

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No último dia 09 de janeiro, a prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP), foi destaque na imprensa nacional, mais precisamente no jornal Folha de S. Paulo (aqui). Ela foi citada como destaque em matéria sobre nepotismo. O jornal frisou que ela nomeou 04 (quatro) parentes para cargos de secretários: Cadu Ciarlini (filho – Gabinete Civil); Lorena Ciarlini (filha – Desenvolvimento Social); Lahyre Neto (filho de uma prima – Desenvolvimento Econômico) e Katherine Rosado (esposa de um sobrinho – Agricultura).

A remuneração de um secretário é R$ 11.775,00.

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A matéria da Folha, contudo, não brecou a prefeita. Além de não exonerar a parentela já nomeada, ela vem indicando novos parentes para os escalões inferiores.

No Jornal Oficial do Município (JOM) n.º 392-B, datado de 02 de fevereiro, foi publicada a nomeação de Eliene Medeiros de Freitas Ciarlini para a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social. Ela é tia-afim da prefeita, viúva de Ernani Ciarlini, tio paterno.

No Jornal Oficial do Município (JOM) n.º 393-A, datado de 06 de fevereiro, foram mais duas nomeações de parentes:

Ana de Freitas Ciarlini foi nomeada para a Secretaria Municipal de Saúde. Ela é cunhada da prefeita, esposa de Clóvis Ciarlini Filho, irmão.

Joel Jader Araújo da Escóssia Júnior foi nomeado para a Secretaria Municipal de Saúde. Ele é primo da prefeita, filho de Joel Jader da Escóssia, tio materno.

É parente demais.

Vale acrescentar informação adicional a esta postagem trazida pelo blog do jornalista Bruno Barreto“Ainda tem o caso de Yuri de Tasso que é marido da secretária municipal de de Infraestrutura, Meio Ambiente, Urbanismo e Serviços Urbanos, Kátia Pinto. Ele é secretário executivo de infraestrutura e projetos, subordinado à esposa. isso é proibido pela Súmula número 13 do STF. Em 2009, Yuri chegou a ser exonerado por recomendação do Ministério Público exatamente pela mesma situação”.

A prefeita vai de encontro ao que prega a nova consciência política nacional. Para completar, nesta semana o ministro Marco Aurélio, do STF, determinou a suspensão da nomeação de Marcelo Hodge Crivella, filho do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, para o Gabinete Civil. A situação só não é idêntica a de Mossoró porque aqui a prefeita não se limitou a nomear o filho para o Gabinete Civil, também nomeou mais três parentes para o primeiro escalão. Foi além, muito além.

O blog lembra que a cidade do Rio de Janeiro, assim como a cidade de Mossoró, são regidas pela mesma legislação no que pertine ao nepotismo. Não, não estou brincando, é verdade. Isso de “país de Mossoró” é apenas um bordão, até onde eu sei.

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E POR FALAR EM CARGOS COMISSIONADOS, o JOM de hoje, n.º 394, datado de 10 de fevereiro, trouxe mais SEIS nomeações de cargos comissionados. Ei-los:

185 – Raimunda Dantas Sobrinha, educação e cultura;

186 – Kleberton Aires Morais, saúde;

187 – Júcia Sousa da Silva, saúde;

188 – Tatiane Monteiro Dias, saúde;

189 – Ivone Negreiros Paulino de Morais, educação e cultura; e

190 – Evandro Andrade do Nascimento, educação e cultura

Até hoje, dia 11 de fevereiro, foram nomeados 190 (Cento e noventa) cargos comissionados do segundo e terceiro escalões.

Somados os 18 secretários, o número de cargos comissionados chega a 208 (duzentos e oito).

*Blog atualizado às 8h26 do dia 12/02/2017.

12 de Fevereiro de 2017 Postado às 11:50hs



O poder embriaga as autoridades e elas esquecem os propósitos de seus cargos
 
O poder embriaga e fascina. Não precisamos nem conhecê-lo para saber o quão atrativo ele pode ser, mas o grande problema é possuí-lo, ou melhor, ser possuído por ele, pois tanta força ele tem, que muito dos valores preconizados pelos detentores, antes da ocupação do cargo, simplesmente deixam de existir.
Na política, muitas vezes as pessoas cometem atos ilícitos, antiéticos e até criminosos para ganharem um pouco de poder, além do que o povo já lhe passou por representação e fazem coisas inimagináveis para não o perderem. É aquela velha máxima popular, faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço - ou que escrevo, poderíamos acrescentar.
Na política essa frase é mascarada, na politicagem é escancarada, tentando ludibriar o cidadão de bem, quando muito do que se fala é apenas jogo de cena. Atualmente, perderam o bom senso e querem por lei travar todo tipo de punição.
Entretanto, trazendo para uma perspectiva mais ampla, a do cidadão -como somos- cabe sempre a reflexão: e se eu tivesse as mesmas oportunidades de me beneficiar, de me corromper, será que eu faria diferente daquele político? Qual seria a sua resposta?
Bem verdade o que disse Jean-Jacques Rousseau: “O homem é bom por natureza. É a sociedade que o corrompe”. Sempre somos bons e honestos ao nos compararmos com outro, mas é quando a corrupção chega a nossa porta, é que devemos mostrar que nós devemos usar o poder para modificar o que está errado e trabalhar do jeito certo em prol da sociedade, e não sermos usados pelo poder.
Contudo, o que acontece na realidade, é que quando a possibilidade de corromper chega, muitas pessoas não pensam duas vezes em tirar proveito da situação. Como diz o velho ditado, a ocasião faz o ladrão, basta ver o que aconteceu no Espírito Santo, com a polícia militar em greve: populares saqueando lojas e levando os produtos para casa. Então quem são os bandidos?
Portanto, por mais que o poder no sentido mais amplo do termo seja mais exercido por quem ocupa os cargos estatais e quem tem dinheiro, nós cidadãos, verdadeiros detentores de todo o poder, também não o exercemos como deveria ser e o que mais sabemos é reclamar, transferindo a responsabilidade das coisas para terceiros, sem olhar para o nosso umbigo como se diz.
Na maioria das vezes, o cidadão só precisa de uma oportunidade para se corromper, e quando ele alcança o poder, não quer mais abrir mão dele. Mas já abriu dos seus princípios e valores. Essa estrutura de poder pelo poder, satisfazendo interesses privados e antirrepublicanos, sem nenhuma preocupação com os fins sociais, não pode ser mais tolerada.
Os valores objetivos previstos na Carta Magna e nas leis devem ser cumpridos rigorosamente por todos, deixando de lado essa mania de encontrar brechas para fugir do que é melhor para a comunidade e não para si.
É bem verdade que o desejo de usufruir de benefícios, as facilidades proporcionadas pelo poder e o bem-estar em alcançar interesses próprios fazem com que o ser humano muitas vezes ultrapasse o limite da ética, da honestidade e da legalidade.
E o pior, às vezes, esse ultrapassar do limite para se atingir aos objetivos não republicanos perdeu o bom senso que se tinha antes em relação à cerimônia dos atos ilícitos. Hodiernamente, se age como se fosse normal, ou seja, as pessoas perderam totalmente a noção do razoável, já que os fins justificam os meios.
Vivemos, realmente, tempos estranhos no Brasil. Uma crise institucional e uma grave instabilidade política que coloca em xeque todo o trabalho de luta de uma república democrática e sadia, que mesmo jovem evoluiu bem nos últimos anos, mas que pode sucumbir tamanha a “cara de pau” de algumas autoridades e pessoas que desejam chegar ao poder e para tal não medem esforços.
Eu mesmo não posso negar a ninguém, quero chegar ao topo de minha carreira, mas desde já aviso que não negociarei nunca com meus valores e se eu tiver que fazê-lo para chegar a cargos mais altos, já sou muito feliz com o que tenho e continuarei como juiz de primeiro grau e cidadão exercendo a minha luta por uma sociedade melhor em que o poder é coletivo e este só tem legitimidade quando exercido para satisfação social e nunca individual.
O problema é que o “danado do poder” realmente embriaga e peço a Deus que nunca me deixe viciado no mesmo e que eu seja mais fiscalizado do que os outros, pois tenho a ousadia de expor minhas convicções e lutar contra todo tipo de abuso de poder, logo o homem não pode viver de palavras e sim de ações.
O Ministro da Suprema Corte, Marco Aurélio Melo, uma vez em uma palestra proferiu as seguintes palavras:
 
A segurança jurídica é a espinha dorsal da sociedade. Sem ela, há sobressaltos, solavancos, intranquilidade maior. O regime democrático a pressupõe. A paz social respalda-se na confiança mútua e, mais do que isso — em proveito de todos, do bem comum —, no respeito a direitos e obrigações estabelecidos, não se mostrando consentâneo com a vida gregária, com o convívio civilizado, ignorar o pacto social, fazendo-o a partir do critério de plantão. 
 
            Mas, infelizmente, o que vivemos no Brasil hoje é uma triste realidade de insegurança jurídica, de desrespeito às normas, uma triste realidade de gente que passa por cima da moral, da ética e do bom senso, dos seus próprios valores e princípios para chegar, se articular e conseguir permanecer no poder junto a seus aliados.
            A aliança deveria ser em prol da coletividade, mas não se restringe aos seus componentes que se fecham para conseguirem seus objetivos espúrios e acham ainda que todo mundo é idiota. Sinceramente, essas ações e omissões desafiam a nossa inteligência!
E tudo é feito para que e por quê? Para tentar se esquivar de ser investigado, condenado e punido por seus crimes contra a Administração pública. É assim que um grupo relativamente pequeno de governantes e seus aliados destroem um Estado Constitucional Democrático de Direito.
            Os exemplos que vemos todos os dias de irrelevância da supremacia do interesse público sobre o privado foi que nos levou ao estágio atual. Sempre concordamos em ceder um pouquinho justamente porque por trás dessa cessão existe um interesse individual subjacente.
            E é justamente esse interesse escuso e implícito que nos move a agir mais e mais para continuidade do poder, porque a força que o mesmo exerce sobre nós é inigualável, ao ponto inclusive de sequer percebemos o quanto ele é sedutor, pois muitas pessoas agem como republicanos no papel e neste cabe tudo para materialização desse interesse.
            Não quero aqui mencionar nenhum caso concreto, mas tenho certeza que todos os leitores nesse exato momento ligam esse texto a situações pontuais que se repetem dia a dia em seu Município, Estado e no Brasil todo, porque é assim que vamos construindo a nossa democracia, evoluindo por fora e totalmente corroída por dentro.
            Finalizo esse pequeno texto dizendo que não quero ser melhor que ninguém ao dizer de modo tão claro o que acontece nas entranhas de nossa república, mas quero deixar para meus filhos e netos o legado de que mesmo sendo regra geral no Brasil essas ações, existem pessoas que não compactuam com nada disso e além de denunciarem por onde passam e agem no seu dia a dia contra tudo isso.
            E quem sabe com esses pequenos exemplos, possamos convencer dia a dia mais pessoas a se aliarem agora aos interesses coletivos, deixando de lado os individuais, pois estes são efêmeros e quando passam nos deixam um vazio que nunca poderá ser preenchido justamente porque a vida em sociedade só tem razão de ser quando todos podem se satisfazer.
            Mais uma vez repito, com a palavra a Cidadania que precisa ser exercida com a mesma ousadia dos que hoje exercem o poder pelo poder!

12 de Fevereiro de 2017 Postado às 10:59hs

Que invadiam e ocupavam o Palácio da Resistência, por conta de um "espirro", de "uma unha cravada"? Aonde estão os bravos defensores da saúde que fechavam seus postos a seu bem querer? Cadê os politizados grevistas? Ah, voces todos tiveram suas "reivindicações" atendidas? Não. Voces todos receberam apenas recados. Os que invadiam o Palácio que seriam recebidos e "recepcionados" pelo Batalhão de Choque da Polícia Militar e os da Saúde que nem vigia, como a prefeita trata os Guardas Municipais, iriam ter e que se não cumprissem rigorosamente a carga horária de 40 horas, integralmente, não receberiam os salários e os que "chiassem" seriam transferidos, isso para os concursados, pois os que não eram, já pegaram "o beco". Se não têm mais coragem de mostrarem a cara, mostrem, pelo menos, a bunda, até porque tá em moda...

12 de Fevereiro de 2017 Postado às 10:18hs

O JOM, jornal oficial do município, pelo pouco que tenho visto, é um festival de nomeações. Não é um cabide de empregos, é uma fábrica deles. A parentada da prefeita e de seu aliados é nomeada no atacado, as dezenas, numa enxurrada de não cumprimentos à Lei que proibe o nepotismo, lei essa que aqui não tem nenhuma validade. A única "lei" hoje vigente em Mossoró, é a lei de seu dono, é a "lei" de Carlos Augusto Rosado, cujo nome, a maioria "dos bravos e resistentes" mossoroenses sequer ousam pronunciar. Por um medo tamanho que fede. Jornalistas pusilanimes e covardes, venais e cretinos, ao se referirem, tenuamente, registre-se, a essa amoralidade implantada em Mossoró, tratam seus autores no sujeito indeterminado. Não nominam! Nas emissoras de rádio, a maioria delas, de propriedade da família oligarquica, vomitam as mais deslavadas mentiras e distorcem as verdades mais cristalinas. Faz-se, descaradamente, uma lavagem cerebral ao ponto de apenas uns poucos - e os muitissimos bem informados - sabem que houve um governo estadual, desastroso e desastrante, ocupado por Rosalba Ciarlini e comandado pelo marido. No interregno da senadora, telepestadora das novelas globais, ao governo por ela ocupado e comandado pelo marido, eliminou-se o tempo, a vida, a História. Simplesmente não existiu! Isso é uma vergonha, causa asco, nojo, vômito. Mossoró, aonde voce se esconde que não a encontro? 

12 de Fevereiro de 2017 Postado às 09:48hs

A Lei, as Leis, ou sei lá o que se chama nesse país de Ordenamento Jurídico, não permite ao prefeito do Rio de Janeiro nomear UM filho, mas permite, avalia e endossa, a prefeita de Mossoró nomear Dois?  Qual é a explicação pra isso? Cláudia Regina foi cassada pelos desmando, infrações e crimes eleitorais cometidos por Rosalba durante a campanha. Respondiam juntas ao mesmo processo, que foi desmembrado. Por que? E por que Cláudia foi punida e Rosalba, autora dos crimes, não o foi? Como entender os senhores Ministros  do Trbunal Regional Eleitoral, que aceitaram o registro da candidatura da hoje prefeita e, no dia seguinte, declaravam à imprensa que ela não poderia ser candidata - quando já o era - por ser improba? Isso não tem nada a ver, como pensam alguns imbecis, que se imbecializam todo dia mais e mais, com política, em ser contra ou a favor da atual administração, isso tem a ver com respeito, com dignidade, com igualdade perante a Lei e a Ordem. Que Cultura Juridica é essa? O que tem por trás de suas espessas cortinas?

04 de Fevereiro de 2017 Postado às 09:56hs

Cadê o pessoal politizado, cheio de "direitos", concursado intocável e que, volta e meia, organizava protestos e invasões ao Palácio da Resistência? Rosalba não atendeu a nada que esse pessoal pediu, reivindicou, no popular, "não deu nem pra cheirar" e cadê esse povo? Não se diz um pio contra a prefeita. Nada! Cadê o concursado que esculhambava o prefeito e dizia: "sou concursado, comigo ele não mexe"?  conheço muitos. A lei mudou? Não. O concurso perdeu a validade? Não. É que agora, quem ainda não foi demitido, por ser concursado ou não, é transferido! Em uma reunião com os vereadores da base, segundo um dos integrantes me informou, Carlos Augusto disse, taxativamente: " Quem não votou em Rosalba, será tratado como "inimigo" e não insistam no contrário". Os Postos de Saúde fechavam suas portas com a frequencia que a beata vai à igreja. porque não tinha Guarda Municipal. Agora, tem? Não. Estão fechando as portas? Não. Porque Carlos Augusto mandou apenas um recado. Não vai ter Guarda Municipal, coisa nenhuma, quem não for trabalhar, não recebe salário e o concursado que encher o saco será transferido. Pronto!  Querem um teste? Tentem invadir o Palácio da Resistência, se voces não forem recepcionados pela Tropa de Choque da Polícia Militar, eu vou ser feliz em Parau. 

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