23 de Março de 2017 Postado às 17:48hs

Pedro Fernandes é reeleito reitor da UERN

Fátima Raquel é eleita vice-reitora

Pedro Fernandes reeleito

Os candidatos Pedro Fernandes e Fátima Raquel foram eleitos pela Comunidade Acadêmica – Professores, Estudantes e Técnicos – como Reitor e Vice-reitora da UERN para o mandato de 2017/2021.

A Comissão Eleitoral apurou 91% das urnas da eleição para Reitor(a) e Vice-Reitor(a) até as 0h20 desta quinta-feira (23). A apuração de 9% das urnas restantes será finalizada no período da tarde, às 14h, no Auditório da FAFIC. Não foram apuradas duas urnas de Caicó e duas de Assú – essas urnas não foram entregues oficialmente à Comissão Eleitoral.

Com 63,4% dos votos válidos, Pedro Fernandes foi reeleito Reitor da UERN, já Telma Gurgel obteve 36,6% dos votos. Na disputa para o cargo de Vice-Reitor(a), Fátima Raquel obteve 59,3% dos votos válidos, William Coelho ficou com 35,1% e Ivanaldo Gaudêncio com 5,2%.

Com o quadro irreversível, Pedro Fernandes falou sobre a vitória. “Tivemos a participação dos três segmentos. Agradecemos a todos os professores, técnicos administrativos e alunos que foram votar. Um reconhecimento à Comissão Eleitoral por encarar esse trabalho tão importante. A partir de agora, a Universidade deve se unir”, afirmou Pedro Fernandes.

A Vice-reitora eleita, Fátima Raquel, reforçou o agradecimento: “Faremos tudo o que for possível para honrar nosso compromisso. Vamos ter cada vez mais uma gestão democrática. Obrigada a todos vocês, podem ter certeza que esses quatro anos serão de muito trabalho”.

O agradecimento pode ser conferido integralmente nas redes sociais da UERN. Clique AQUI.

O percentual de 91% das urnas apuradas contabilizou 5.175 participantes – entre docentes, estudantes e técnicos administrativos, de um total de 11.236 aptos a votarem. Essa participação equivale a 45,95% do universo de eleitores da UERN, a abstenção foi de 54,05%.

O resultado final da eleição será oficializado pela Comissão Eleitoral na tarde desta quinta-feira (23), com a totalização da apuração.

23 de Março de 2017 Postado às 12:42hs

Engana-se quem pensar que na Câmara Municipal de Mossoró, as "coisas" estão calmas e serenas. No Plenário até pode ser, mas nos bastidores, em seus corredores, a coisa tá quente. Fervendo. A insatisfação é generalizada. Volto com detalhes. Calminha aí e chá de camomila.

23 de Março de 2017 Postado às 10:37hs

Infelizmente é o que está se constatando nesse início da atual administração. A alegação para esse total desnorteamento " é que ainda é muito cedo". Pode ser. Mas não houve tempo, antes, para planejar?  A atual administração e atentem para isso, está "governando" com a mesma metodologia praticada há 25 anos atrás e, atentem, com as mesmas pessoas, os mesmos auxiliares! É como não só estívessemos parados no tempo, estagnados, mas em pleno e célere retrocesso. Vinte e cinco após, nenhuma mudânça. Eu até não exigiria inovações, pois conheço os limites dessa administração, mas, pelo menos, uma adaptação aos novos tempos. Não há nesse governo nada que o coaduna ao presente vivenciado, quando Mosoró cresceu, progrediu, expandiu-se, é completamente outra. Não tínhamos uma universidade, hoje em cada esquina se encontra uma faculdade. Quem delas foi convocado? Não há acadêmicos, técnicos, profissionais especializados, auxiliando, orientando, sequer sendo ouvidos. Apenas e tão somente cabos eleitorais. Como antigamente. Repete-se, hoje em Mossoró, o que foi feito durante os quatro anos em que a atual gestora foi governadora. Muitas viagens à Brasília, o retorno repleto de anúncios de convênios e recursos "obtidos" e...nada!  Uma claríssima embromação ao ponto de não merecer destaque na imprensa. Essa é, infelizmente, a dura e pobre realidade.  

20 de Março de 2017 Postado às 15:09hs

 

 

Internos do abrigo Amantino Câmara, em Mossoró, receberam neste sábado (18) a doação de 300 quilos de alimentos e materiais de limpeza. A entrega foi feita pela governador Robinson Faria e pela secretária de Estado do Trabalho, Habitação e Assistência Social, Julianne Faria. Ainda no evento, o chefe do Executivo estadual anunciou que serão investidos R$ 30 mil, de emenda do deputado estadual Galeno Torquato, que representou a Assembleia Legislativa no ato, para reformas e reparos na estrutura do prédio.  O evento teve a participação da prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini, do diretor do IPEM/RN, Cyrus Benavides e de lideranças políticas do município e região Oeste.

As cestas básicas foram elaboradas a partir de artigos fiscalizados pelo Instituto de Pesos e Medidas do RN (Ipem), e foram  coletados em operações do Ipem/RN porque apresentavam irregularidades no peso determinados pelo Inmetro. Assim, estão em perfeitas condições para consumo. Para ajudar na manutenção da casa, também fora doados 50 litros de materiais de limpeza.

Durante a entrega, o governador afirmou ainda que em julho próximo será doada mais meia tonelada de alimentos para reforçar o estoque do abrigo, que acolhe atualmente 70 pessoas, sendo 40 mulheres e 30 homens de todas as regiões do Rio Grande do Norte.

Robinson Faria destacou que a doação, assim como a liberação do valor da emenda parlamentar, foi amadurecida no ano passado. “A escolha do abrigo foi acertada porque aqui é feito um trabalho muito importante e que demanda muito carinho e atenção para os idosos. Por isso, pedi ao deputado Galeno Torquato que colocasse a emenda para reformar a estrutura e garantir mais conforto a quem contribuiu com o nosso estado”.

Julianne Faria acrescentou que o trabalho desenvolvido no Amantino Câmara “é diferenciado e que requer muito apoio.  Estamos aqui para provar que a administração do abrigo pode contar com a nossa assistência para fortalecer a instituição”.  

 

20 de Março de 2017 Postado às 14:59hs

 

O programa Ronda Cidadã foi lançado neste sábado (18) em Mossoró, na região Oeste do Rio Grande do Norte. Foi a primeira cidade a receber a ação do Governo do RN além da capital. O lançamento do programa foi feito pelo governador Robinson Faria e pelo comandante-geral da Polícia Militar, coronel André Azevedo.

Inicialmente, serão atendidas cerca de 62 mil pessoas nos bairros de Santo Antônio, Barrocas, Bom jardim e Paredões. A escolha dos bairros foi realizada em consideração ao levantamento feito nessas localidades. Serão destinadas duas viaturas, seis motocicletas e uma base móvel para o programa no município.

Com a expansão do Ronda Cidadã para a Capital do Oeste, o governador Robinson Faria cumpriu uma promessa de campanha. “Sabendo da importância de Mossoró para o RN é que me comprometi em implantar o programa em Mossoró assim que possível. Com o Ronda já consolidado em Natal, começamos a pensar na estrutura que seria destacada para cá. Temos certeza que assim como em Natal, o programa aqui será um sucesso, com a redução da criminalidade e melhoria nos índices de uma das principais cidades do estado”, declarou.

O governador, no entanto, ressalvou que o sucesso do programa depende também da parceria com o município. “Para que o Ronda possa funcionar em sua plenitude precisamos contar com o apoio das forças de segurança de Mossoró. Isso envolve a melhoria da iluminação pública e reabertura das Bases Integradas Cidadãs, muito relevante porque reforça a segurança pública com o policiamento comunitário”, completou.

Robinson Faria resgatou ainda que ainda neste ano será lançado o concurso para a Polícia Militar com 3 mil vagas, e falou sobre a lei aprovada pela Assembleia Legislativa que possibilitou a convocação de policias da reserva para reforço do efetivo.

O comandante Geral da Polícia Militar, coronel André Azevedo, falou que a chegada do Ronda Cidadã em Mossoró segue os mesmos critérios de Natal e destacou o trabalho da PM. “A chegada do Ronda Cidadã aqui representa mais do que o cumprimento de uma promessa de campanha, mas também a oportunidade de redução dos índices de criminalidade. Em todos os locais onde o Ronda Cidadã, ou polícia de proximidade foi lançado, os números são expressivos, e em Mossoró não será diferente. Os 29 policiais militares estão aqui para garantir a continuidade do sucesso desse programa que é bastante exitoso”, afirmou.

O evento de lançamento do Ronda Cidadã teve a presença da prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini, secretários municipais, e também secretários de estado da administração direta e indireta, do deputado estadual Galeno Torquato, além de vereadores e lideranças da região Oeste.


Números em Mossoró

O comandante Geral da PM abordou a redução dos índices em Mossoró e o aumento do ação policial que permitiu, se comparados os meses de janeiro, fevereiro e a primeira quinzena de março, o aumento de 80% de apreensão de armas de fogo, em 120% o número de pessoas presas e conduzidas às delegacias, e aumento de 220% o número de veículos furtados ou roubados recuperados.

Doação de armas para a Guarda Municipal

O governador atualizou a prefeita de Mossoró sobre o processo de solicitação da doação de armas para a Guarda Municipal, que havia sido feito em 2015. O processo está em fase de conclusão e nos próximos meses serão entregues os equipamentos, reforçando a segurança pública.

Mais sobre o Ronda Cidadã

O Ronda Cidadã se destina às ações de polícia comunitária, promovendo abordagens com foco no acolhimento, na inclusão social e na cidadania.  O programa foi lançado em julho de 2015 em Mãe Luiza, Areia Preta e Petrópolis, em Natal, sem prejuízo no policiamento repressivo.  Em novembro do mesmo ano, o Ronda foi ampliado para a zona Oeste da capital, atendendo aos bairros do Planalto, Guarapes e Pitimbu.

Além do policiamento ostensivo, o programa atua com ações proativas de segurança visando a paz e a prevenção da violência. Como parte das políticas do programa, em janeiro a Polícia Militar do município recebeu a implementação de avanços tecnológicos, com a instalação de tablets em viaturas.

Desde janeiro os policiais vêm passando por capacitações, com aulas teóricas e práticas que incluíram atendimento pré-hospitalar e uso diferenciado da força para trabalhar no programa.

Cada viatura tem um Cartão Programa instalado nos tablets, com mapas dos bairros com as manchas criminais, o que permite o policiamento inteligente.

O Ronda Cidadã também atuará nos casos de evasão escolar e o compartilhamento das informações das medidas protetivas para ajudar no combate à violência doméstica.

 

20 de Março de 2017 Postado às 14:53hs
 

O governo do Rio Grande do Norte lançou nesta semana o programa 'Moradia Cidadã', cujo objetivo é viabilizar a aquisição da casa própria pelos servidores públicos estaduais. Atualmente, o déficit habitacional no estado é de 120 mil moradias. O estado possui cerca de 56 mil servidores ativos, 37 mil aposentados e 12 mil pensionistas. 
Segundo o governo, o programa inicia com a oferta de imóveis já construídos em Natal e Mossoró e terá duas vertentes: 'Moradia Cidadã Servidor' e 'Moradia Cidadã Municípios'.

A primeira modalidade atende as demandas dos servidores públicos estaduais ativos, aposentados e pensionistas, com preços diferenciados em relação ao mercado imobiliário. Já a segunda, promete atender a demanda nas cidades do interior.

20 de Março de 2017 Postado às 10:54hs
 

A carne fraca da corrupção e a relação promíscua com os partidos políticos

Qual o vínculo entre a macro operação da polícia federal com a famigerada estrutura de poder pelo poder?

 
José Herval Sampaio Júnior, Juiz de Direito
 

Qual a carne verdadeiramente fraca?

A carne fraca da corrupo e a relao promscua com os partidos polticos

Ao longo de toda a minha atividade como Juiz e luta como cidadão contra a corrupção, infelizmente, sempre consegui estabelecer os vínculos dos escândalos com a atuação de políticos inescrupulosos que só veem na política o seu sustento pessoal e sugam tudo que for possível como um parasita e o pior sem qualquer piedade do povo.

E será que no que vimos no último dia 17 foi diferente? A resposta é sonoricamente um não.

A Polícia Federal desmascarou um grande esquema de fraude e corrupção através da intitulada Operação Carne Fraca (nome bem sugestivo), a maior operação já realizada pelo órgão, desarticulando uma organização criminosa que atuava no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, através da Superintendência Federal da Agricultura no Paraná.

A operação, deflagrada no último dia 17, foi realizada em sete estados, tendo sido expedido mais de 190 mandados de busca e apreensão em empresas e residências de acusados e contou com cerca de 1.100 policiais federais, 30 auditores-fiscais e analistas-tributários da Receita Federal.

A Operação Carne Fraca assinalou a existência desse esquema de corrupção entre fiscais do Ministério da Agricultura e as principais empresas nacionais do ramo frigorífico, onde estas, além de comercializar produtos fora do prazo de validade, ainda as vendiam adulteradas com ácido ascórbico e outros elementos estranhos. Entre as grandes empresas do setor de carnes e embutidos estão a JBS, dona das marcas Friboi e Seara, e a BRF, dona das concorrentes Sadia e Perdigão.

A Polícia ainda não identificou os lotes que estariam sob o alvo das investigações, mas já apuraram que as irregularidades iam além da fronteira nacional. Uma carga brasileira foi interceptada na Europa sob suspeita de seus produtos estarem contaminados com a bactéria do tipo Salmonela. Ou seja, além de colocar em risco milhares de cidadãos, ainda golpeia frontalmente a nossa abalada economia e põe em risco a credibilidade do Brasil como um dos maiores exportadores de carne no mundo.

Entretanto, de que carne fraca vamos falar nesse pequeno texto cheio de interrogações?

Todo esse esquema de corrupção - que enoja muito mais que a carne podre e adulterada que pode ter nos alimentando por muito tempo - era mantido através de fiscais da pasta que recebiam propina em forma de dinheiro e mesmo de produtos – em boa qualidade, claro-, para fazerem vistas grossas às irregularidades.

Eles facilitavam a produção de alimentos adulterados e emitiam certificados sanitários sem realizar as atividades fiscalizatórias necessárias e indispensáveis a nossa a saúde. Os fiscais que não aceitavam participar dos esquemas eram severamente punidos, sendo afastados de seus locais de trabalho, removidos ou exonerados de suas funções. Que loucura, os que agiram correto eram sancionados e estigmatizados dentro do sistema.

Agora a grande indagação: a quem esses fiscais serviam? Será que eles não eram apenas parte de um esquema bem maior? De uma engrenagem com vários braços?

Segundo o delegado da Polícia Federal, Maurício Moscardi Grillo, uma parcela do dinheiro pago pelos frigoríficos abastecia políticos do PMDB e do PP – partido do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, e uma das legendas mais investigadas por outra operação, a Lava Jato.

Sou conhecido ao longo da atuação mencionada no início, por não acusar diretamente ninguém e continuarei nessa linha, contudo fica mais um questionamento - a prtir da realidade que estamos presenciando nos últimos anos e que com certeza teremos diversas outras operações semelhantes – será que a ligação enunciada é mais uma conspiração?

E sinceramente, todo esse caminho de corrupção tem que ter algo por trás para ser mantido, logo mais do que plausível pela triste realidade de nossa política, que era necessário assegurar políticos capazes de chefiarem os esquemas. Para isso, existia o apoio financeiro nas campanhas eleitorais. No pleito de 2014, último onde as pessoas jurídicas puderam fazer doações aos candidatos e partidos, calcula-se que as empresas investigadas doaram cerca de R$ 393 milhões a candidatos.

Em artigo publicado em seu site, Márlon Reis denuncia:

“Mas a face mais cruenta do monopólio é a intromissão na política. O grupo JBS financiou 106 dos atuais 513 deputados federais. Tem uma bancada de 20% da Câmara! A empresa que em 2002 fez doações eleitorais de 200 mil reais, em 2014 doou mais de 300 milhões de reais para definir quem deveria atingir o poder político no Brasil. E até ensaiou levar um dos membros da família dirigente ao governo de Goiás. Definiu a eleição de senadores, governadores. Subornar fiscais é fichinha perto disso. Lamentavelmente, não tenho como concluir que isso foi por um equívoco. Foi propositalmente pensado para fazer o que os monopólios fazem: destruir a economia para os pequenos e lançar seus braços sobre a política. Não concebo o desenvolvimento social e econômico dessa maneira. Não me convidem para defender isso. Venda de produtos cancerígenos e estragados causa menos dano do que essa decisão política primordial".

O nome da operação além de explicitar a qualidade dos alimentos comercializados pelas empresas investigadas, ressalta a fragilidade moral do homem frente à possibilidade de se beneficiar de modo fácil. Os agentes públicos, que deveriam zelar pela saúde e segurança da população, não o fizeram e se deixaram corromper em troca de propina em forma de dinheiro e produtos alimentícios.

Esse esquema de corrupção, assim como todos os outros, apenas confirmam mais uma vez a teoria de estrutura de poder pelo poder que já falamos aqui em reiterados textos: a necessidade do homem em manter o seu posto, seu âmbito de domínio e sua cobiça pelo dinheiro e poder, fazendo com que ele não poupe esforços, ultrapassando para isso os limites da legalidade, da moralidade e até mesmo da humanidade.

Qual a carne mais fraca?

Sem dúvida, a da corrupção, que mata bem mais do que deve ter matado as podres e cancerígenas comercializadas, porque retira o dinheiro público que poderia ser aplicado na saúde, educação e segurança, que tanto tem faltado nesse momento em nosso país.

Tá na hora de expormos de uma vez só todas as carnes fracas que temos e aproveitarmos o momento difícil que passamos para fazermos uma assepsia geral em todos os setores públicos e privados, de modo que a corrupção deixe de ser a regra geral, passando a ocupar o seu devido lugar: a excepcionalidade da fragilidade de alguns seres humanos e não o que estamos vendo hoje!

E como isso será possível?

Somente com uma verdadeira revolução no modo de agir dos brasileiros, de modo que exija dos políticos uma postura diferente da que estamos acostumados. Agora mesmo, qual a preocupação deles em meio a tudo isso?

Com o financiamento de suas campanhas em 2018, pois a partir dos escândalos e a famosa lista do Janot, já perceberam que não teriam como manter o sistema de outrora, então buscam a proposta indecente de anistia ao caixa 2 e querem que nós banquemos a farra de suas campanhas, falando inclusive agora da lista fechada.

Meu Deus aonde vai a “cara de pau” de alguns políticos no Brasil?

Não tem limite pelo jeito por causa da gente, logo a nossa proposta é bem mais ousada do que somente fazer valer o instituto do plebiscito e do referendo, passa por uma mudança radical no trato com os políticos, de modo que possamos avaliar a todo momento o que eles falam e fazem.

E quando percebemos que só era conversa como se diz, que possamos tirá-lo imediatamente do poder. Quando forem pegos com a boca na botija nesses esquemas de corrupção, que saiam imediatamente do poder como ocorrem em algumas democracias. E porque lá isso acontece?

Porque os povos de lá, diferente do nosso, não tem a nossa paciência, pelo contrário, não dialogam com a corrupção e quando acontecem escândalos bem menores do que esse que vimos, políticos renunciam imediatamente quando não se suicidam. E isso acontece também com alguns agentes públicos de um modo geral.

Então, fica a dica para que não tenhamos novas surpresas, pois com certeza essa não é a primeira carne fraca e nem será a última, mas poderá ser a carne fraca que nos torne forte para vencermos a luta contra o maior mal de nosso pais: a podridão da corrupção.

José Herval Sampaio Júnior, Juiz de Direito
 
20 de Março de 2017 Postado às 09:09hs

O inferno astral em que se encontra, em Mossoró, o Governo de Robinson Faria que, comparado a anteriores, principalmente ao anterior que foi desastroso e desastrante  - quase uma hecatombe - e levando-se, pois obrigatório, em conta a atual crise que grassa e assola o país, não é ruim. O que ocorre em Mossoró é que o governo estadual está encurralado, rompido com o ex prefeito Silveira Júnior e nas mãos das cavilosidades da atual prefeita, "arte" que ela domina com raro talento, o governo estadual mal pode mover-se. Não tem grupo, não tem partidários e, inexplicavelmente, não reage. Não consegue, em Mossoró, estabelecer uma agenda administrativa, irritando parte da impensa que tenta, profissionalmente, lhe dar cobertura quando de suas raras visitas a terrinha amada. A oposição que lhe é feita pelo grupo do ex prefeito é clara, explícita, por isso menos danosa, prejudical, ao governo. Quando o adversário é identificado sabe-se contra quem e como lutar. Já no caso da atual prefeita, é tentar caminhar em areia movediça pois todas as ações da prefeita, palavras, saudações e discursos, caracterizam a perfídia personificada. Como confiar, como acreditar? Se Sua Excelencia não detectou isso e, de imediato, não reagir, terminará seu governo tendo "meia vida" em Mossoró e rapidamente será esquecido, pois escanteado já está. Não basta só desconfiar, governador, é olhar de e para a frente, pois o cenário é esse, e é real.   

20 de Março de 2017 Postado às 08:43hs

Que sem ela a vida seria um erro, como dizia o filósofo Nietsche, está sobrando nas ações da prefeita de Mossoró que tem se portado como verdadeira expert em tudo e em todos os assuntos. Leio, ainda no "estaleiro" que, de forma deselegante e desrespeitosa, "arrebatou" o microfone das mãos do governador, ( reprisando o que fazia com a ex governadora Wilma de Farias) em evento público, quando o governante pediu a volta das BICS para dizer, catedraticamente, que "aquilo não resolveu nada". Que now hall tem a gestora para dizer isso? Nenhum, absolutamente nenhum! Esse projeto lançado pela ex prefeita Cláudia Regina e implementado pelo ex prefeito Francisco Silveira Júnior, foi elogiado, aprovado e recomendado nacionalmente, pelos maiores especialistas em Segurança Pública do Brasil. Aqui em Mossoró os resultados foram excelentes, dimuindo em todos os estanques a criminalidade, como à larga, provado e comprovado. Mas, certamente,  há em seu útero um erro, imperdoável para a tual gestão: não foi gerado e parido por ela. Bem como dezenas de outros, que o blog vai abordar e detalhar. A prefeita não aprendeu a lição, que lhe foi ministrada enquanto governadora, que não é exibindo o pijama de um general aposentado que se impõe segurança. 

20 de Março de 2017 Postado às 08:24hs

Paraibano arretado, autor de vários livros, inclusive esse clássico, dizia que "voltar é uma forma de renascer e que no caminho da volta, ninguém se perde".

Bom dia!

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